Superinteressante N° 288 (Fevereiro de 2011) - Amizade: por que é impossível ser feliz sozinho

    Editora Abril

    Abril
    2011
    90 páginas
    3h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    A chave da felicidade está nos amigos que você tem. Novos estudos mostram que eles moldam sua personalidade, podem fazer você perder peso, se dar bem no trabalho e viver mais. Sim: eles definem seu futuro.

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    Fevereiro de 2011

    "Amizades" A reportagem teve 3 momentos... O primeiro destacou a ocitocina como o elemento evolutivo de núcleos familiares para núcleos sociais na história humana, por estar correlacionado a reprodução e consequente estímulo de afinidades. Os laços de amizades favoreceram a sobrevivência, na mútua cooperação, evoluindo para relações complexas que se influenciam e são capazes de moldar a personalidade acima dos laços familiares. Abordagem no segundo momento. O terceiro foi sobre amizade virtual, realidade da atualidade, com simetria e assimetria, dependendo dos recursos usados (troca de informaçõrs, reconhecimentos, seguem-se). O teor da reportagem... Bem esquisita a redução das relações humanas à elementos bioquímicos e virtuais. Essa lógica não explica a realidade em todas suas particularidades e individualidades. "Campos de concentração no Brasil" Realidade pouco conhecida no contexto da Segunda Guerra, quando 31 campos de concentração, segundo o texto, foram criados no país para cidadãos de origem do Eixo. Especificamente, os suspeitos de espionagem ou imigrantes recém-chegados. Os campos monitoravam ou isolavam as pessoas de culturas natas, como a literatura e rádio. Não eram locais de maus tratos como na realidade nazista, mas acabavam estigmatizando as pessoas e familiares, sugeitando-as ao preconceito social. Porém, segundo o texto, a maioria resolveu permanecer pelas bandas de cá no final da guerra. "Conspirações reais" A mais curiosa foi tentativa de assassinato de D. Pedro I em 1824, por políticos liberais e republicanos. Cena parecida ao do filme 'Bastardos Inglórios', quando em meio a incêndio e confusão provocada tentaram dar cabo do Hitler, mas a segurança foi mais eficiente. No caso do D. Pedro, houve princípio de incêndio e caos num teatro em que estava com a família, mas foram rapidamente retirados e o monarca resolveu abafar o caso, sendo revelado apenas quando retornou para Portugal. Essas e outras na edição.

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