Sinceramente eu estava com um pouco de receio quanto a esse livro, pois eu achei Vampiros de Manhattan meio chato, mas me surpreendi, pois O Baile de Máscaras superou minhas expectativas.
Schuyler não se conforma com as mortes misteriosas dos jovens vampiros que andam acontecendo, pensando nisso, ela toma uma decisão. Procurar seu avô em Veneza, seguindo o conselho de Cordélia – sua avó. A jovem Blue Blood tem esperança quanto a isso. Acredita firmemente que ele é único que poderá ajudá-la. Shuyler embarca nessa viagem acompanhada do seu melhor amigo, Oliver.
Voltando para Nova York, Schuyler não ouve falar em outra coisa que não seja a festa exclusiva, mas conhecida como o Baile dos Quatrocentos. É onde ocorre a apresentação dos jovens Blue Bloods a sociedade. Nessa ocasião estão entre eles, Mimi e Jack Force. Mas além dessa festa oficial, Mimi acaba organizando um Baile de Máscaras, a qual Schuley é convidada anonimamente. E a partir dessa festa, que se inicia dúvidas e o envolvimento da protagonista em novos mistérios, mais arriscados do que nunca.
As ameaças aos Blue Bloods continuam, mas de uma forma muito mais perigosa e até fora do controle. E aqueles que acreditavam cegamente que nada disso seria possível, estão totalmente perplexos diante da verdade. Algo que alguns sempre tentaram alertar de que o perigo nunca esteve ausente, mas sim, entre eles.
Nesse segundo livro, eu reparei que felizmente a autora diminuiu bastante as descrições de roupas, carros e lugares. Mesmo assim eu acho que dá para melhorar, já que esses detalhes são totalmente dispensáveis, e querendo ou não, acaba irritando o leitor.
Gostei muito dos personagens secundários por terem ganhado maior destaque em O Baile de Máscaras. Deu para conhecer um pouco mais de Bliss e Oliver. E por a autora ter trabalhado mais esses personagens, eu me afeiçoei a eles. Eu que não gostei muito de Oliver no primeiro livro, agora o adoro.
Também não posso deixar de citar os novos personagens que aparecem, entre eles, Kingsley Martin, o novo aluno do colégio Duschene. Um garoto que atrai a atenção de várias meninas por sua beleza, e o qual acaba se identificando muito com Mimi, pois ambos tem uma atração incontrolável por confusão.
Mimi, para variar, continua insuportável e fútil. Eu a odeio. Mas fazer o quê? Sempre tem que ter uma dessas para “apimentar” a história. De qualquer forma, acho que Melissa de La Cruz exagerou. Acho que nunca odiei tanto uma personagem rs.
Diferente de Vampiros de Manhattan, esse livro me prendeu do começo ao fim. Apesar de eu não gostar muito desses novos vampiros que vem surgindo ultimamente nas obras literárias dos dias de hoje, confesso que a história é bem interessante.
Os mistérios, as mortes estão mais presentes nesse segundo livro, o que me fez virar a noite no final de semana. Eu queria terminá-lo o mais rápido possível, e quando eu o fiz, tive vontade de roer as unhas, pois o final me deixou muito curiosa para ler a continuação dessa série.
Apesar de não ter gostado muito do anterior, eu recomendo que leiam, pois nesse segundo volume, Melissa de La Cruz mostra que sua história vale a pena. Estou bem ansiosa pela continuação! Ficarei aguardando o lançamento do terceiro livro aqui no Brasil.
E para concluir, deve dizer que a iD arrasou com essa capa, é bem superior e mil vezes mais linda que a original. Adorei todo esse ar enigmático que ela possui. A diagramação dtambém ficou perfeita!