Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores4
    • Similares0

    The Broken God - Requiem for Homo Sapiens

    David Zindell

    Spectra
    1995
    704 páginas
    23h 28m
    ISBN-10: 0586211896
    5
    2 avaliações
    Leram3Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados1Avaliaram2
    Resenhas (1)Ver mais
    Cristina Lasaitis picture
    Cristina Lasaitis16/02/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Requiem For Homo Sapiens

    http://cristinalasaitis.wordpress.com/2009/02/28/leituras-de-fevereiro2009/ A sequência de livros é: Neverness (1988) The Broken God (1992) The Wild (1995) War In Heaven (1998) O balanço final, depois de ter concluído a saga, é que ler David Zindell é uma experiência diferente, dolorosa e recompensadora. Diferente por quê? Porque é um épico de ficção científica sui generis, uma aventura gigantesca comparável à Duna do Frank Herbert, porém com uma dimensão profundamente humana, filosófica e um tratamento que ora resvala para o romantismo, ora para o arcadismo, alimentada pelo mito do bom selvagem e os motes carpe diem, fugere urbem e inutilia truncat. O resultado é beleza, é arrebatamento. Ainda hoje considero difícil encontrar escritores de ficção científica que tenham coragem (sim, isso mesmo) de demonstrar tanta sensibilidade. Doloroso por quê? Primeiro porque faz pensar muito na condição humana, na vida e na morte. Depois porque cada livro é um calhamaço de 700 a mil páginas, com margens estreitas, espaçamento simples e letrinhas pequenas. Para leitores vorazes, isso não é problema. Mas David Zindell tem uma qualidade que de certo modo também é um defeito: ele é muito prolixo e repetitivo, a ponto de podermos cortar 70% do texto sem acarretar nenhum prejuízo à história. Mas logo percebe-se que o excedente é responsável pela ambientação e o detalhamento que transportam o leitor para outro universo, e como o próprio Zindell confessou em uma entrevista que li tempos atrás, ele realmente gosta de preencher todas as lacunas e descrever tudo ao nível dos pequenos detalhes. E aí se explica por que é recompensador ler: Zindell conta a história de 4 gerações em um universo fabuloso, que é uma das coisas mais ambiciosas que já vi na ficção científica. Em muitos aspectos lembra o universo de George Lucas, em que existem centenas de planetas e inúmeras irmandades, tribos, sociedades, onde a política tem um papel centralizador, a tecnologia alcançou a aparência de mágica e há até um vilão-mocinho que fora corrompido para o lado negro da força e uma espécie de estrela da morte ameaçando pulverizar a galáxia. Mas as semelhanças param aí. É evidente que David Zindell usa os mesmos arquétipos, mas lhes confere uma aparência toda nova e peculiar. A série inteira é bastante engenhosa e criativa. Em alguns momentos cai no marasmo, mas há a recompensa dos trechos em que fica impossível largar o livro. Se fossem traduzidos para o português, Neverness e a trilogia Requiem For Homo Sapiens seriam publicações caras demais para um público muito restrito, e não vejo uma editora louca que se arrisque. As edições americanas ficaram muito tempo sem ser reeditadas e podem ser importadas pela Amazon. David Zindell está longe de ser um autor popular, mesmo nos EUA, mas quem resolver se aventurar nas dobras do universo formidável que ele criou tem o meu estímulo.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 2
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%