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    Sobre o Poder Pessoal -

    Carl Rogers

    Martins Fontes
    1977
    273 páginas
    9h 6m
    Português Brasileiro
    4.4
    15 avaliações
    Leram49Lendo38Querem233Relendo1Abandonos4Resenhas1
    Favoritos2Desejados233Avaliaram15

    Neste livro, Carl Rogers tenta exemplificar baseado em inúmeros exemplos a dita capacidade inata do indivíduo de se desenvolver bem, utilizando a terapia centrada no cliente como base terapêutica de apoio para auxiliar o indivíduo a objetivar este desenvolvimento.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Luis Fernando Toniollo Reis picture
    Luis Fernando Toniollo Reis15/06/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    À frente do seu tempo

    Quase cinco décadas separam o lançamento desse livro e o momento que tive o privilégio da leitura. Mas é assustador o quanto ele é atual. Propondo uma revolução silenciosa a partir de experiências concretas, o autor nos convida a imaginar um mundo em que todos tenhamos nosso poder pessoal, de forma harmoniosa com a natureza, sem preconceitos ou dogmas, respeitando a liberdade e integridade de cada indivíduo.

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    Avaliações

    4.4 / 15
    • 5 estrelas53%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas7%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Carl Ranson Rogers profile picture

    Carl Ranson Rogers

    Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo norte-americano que foi o primeiro a gravar sessões psicoterapêuticas, com as devidas permissões, tornando possível o estudo objetivo de um processo eminente subjetivo. Em consequência, foram feitas algumas constatações até então impensadas, como a de que o motivo da melhora dos clientes ocorria independente do motivo pelo qual os terapeutas acreditava em que os estavam beneficiando. Comparando-se análises feitas por observadores neutros, verificou-se que elas coincidiam mais com as dos próprios clientes que com a dos psicoterapeutas, ou seja, os primeiros é que percebiam melhor o que realmente os ajudava e o quanto estavam sendo compreendidos ou não por quem os atendia. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958. Seus métodos científicos estão descritos em livros traduzidos no Brasil como "A Pessoa como Centro" e "Um jeito de ser". “Subvertendo” a “relação de poder” terapeuta-cliente (decorrente do pressuposto, até então, de que psicólogos e psiquiatras é que detinham o conhecimento da subjetividade de seus pacientes)seu trabalho "suberteu" também outras áreas, o que só se tornou visível para o próprio Rogers após décadas de atividades, como relatou em uma de suas últimas e melhores obras, “Sobre o Poder Pessoal” – livro em que traça, por exemplo, um paralelo entre suas descobertas e as de Paulo Freire e de sua “pedagogia do oprimido”. Fruto de suas pesquisas, sistematizou o método da “Terapia centrada no cliente” que depois evoluiu para a “Abordagem centrada na pessoa”(ACP), mas ele próprio afirma que seu objetivo nunca fora criar um sistema próprio de psicoterapia e sim estudar os critérios necessários para a evolução da psicoterapia científica como um todo. É considerado um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).[1]

    21 Livros
    50 Seguidores
    Illinois, Estados Unidos

    Carl Ranson Rogers