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    Capitão Veneno e O Prego -

    Pedro António de Alarcón

    Arte e Letra
    2011
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    3 avaliações
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    Capitão Veneno poderia ser resumido assim: um jogo entre a bela Angústias e a fera dom Jorge. Ambientado na burguesia do século XIX, esta novela de costume foi publicada pela primeira vez na Revista Hispanoamericana, em 1881. A caricatura chega sobretudo aos personagens secundários: a criada galega, a pretenciosa mãe de Angústias, o parente de dom Jorge, o advogado de dona Teresa... Alarcón era leitor de Edgar Allan Poe e inspirou-se em suas histórias para escrever O Prego, considerado o primeiro romance policial espanhol. Uma história que se inicia com paixões e, principalmente, desilusões amorosas. Porém o aparecimento de um crânio transpassado por um prego altera o rumo da história, levando o juiz Zarco a enfrentar uma complicada investigação e, ao final, Zarco deve tomar uma difícil decisão. Pedro Antonio de Alarcón y Ariza, jornalista e escritor espanhol do século XIX (1833 – 1891). Um dos mais destacados autores do movimento realista e lembrado sobretudo por seus contos. Depois de ler as traduções de Charles Baudelaire para os textos de Edgar Allan Poe, Alarcón escreveu aquela que é tida como a primeira história policial espanhola O prego (El clavo) em 1853. No Brasil é conhecido pelo livro O chapéu de três bicos. Com uma linguagem coloquial e popular e uma visão objetiva da realidade, Alarcón abordou temas do cotidiano do leitor: conflitos matrimoniais, infidelidade, a luta pela ascensão social e econômica, a insatisfação da mulher que já possui direito à educação mas não possui acesso ao mundo do trabalho, entre outros.

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    Pedro António Joaquín Melitón de Alarcón profile picture

    Pedro António Joaquín Melitón de Alarcón

    Pedro António Joaquín Melitón de Alarcón nasceu a 10 de Março, de 1833, em Guadix, Espanha. Em 1847 muda-se para Granada para iniciar os seus estudos universitários, mas as dificuldades financeiras da família, levam-no a regressar à sua cidade natal. Embora não tivesse vocação para clérigo, a sua estadia num seminário inicia-o nas lides literárias, levando-o a escrever, entre 1848 e 1849, quatro obras para teatro, que revelaram a sua criatividade e capacidade efabulatória e romântica. Em 1853, decide abandonar a via eclesiástica e rumar para Cádiz, onde virá a dirigir a revista literária El Eco de Occidente, onde incluiu os seus primeiros contos. Em 1853, funda um jornal anticlerical e antimilitarista, que chega a alcançar grande popularidade. Em 1854, encabeça o movimento liberal em Granada, encontrando-se no período mais romântico da sua vida. Em 1859, ingressa voluntariamente no exército e escreve uma série de crónicas sobre cenários de guerra que foram compiladas no livro Diário de um Testigo de La Guerra de Àfrica. Em 1865, casa-se e dez anos mais tarde é eleito membro da Real Academia Espanhola. Um derrame cerebral provoca-lhe a morte, a 19 de Julho de 1891.

    29 Livros
    1 Seguidor

    Pedro António Joaquín Melitón de Alarcón