As entrevistas da Paris Review - Vol.1

    Vários autores

    Companhia das Letras
    2011
    464 páginas
    15h 28m
    ISBN-13: 9788535918144
    Português Brasileiro

    O processo de criação de grandes autores, e episódios trágicos, pitorescos e engraçados de suas vidas pessoais e trajetórias literárias, nesta coletânea das lendárias entrevistas da Paris Review. Projeto gráfico inovador: em uma tiragem de 3 mil exemplares, 3 mil capas diferentes. Fundada em 1953 nos Estados Unidos, a Paris Review é uma das mais prestigiosas revistas literárias do mundo e publicou importantes autores em início de carreira, tais como V. S. Naipaul, Philip Roth e Jeffrey Eugenides. A publicação é mais conhecida, porém, por suas famosas entrevistas com escritores. Desde o primeiro número, que trouxe uma entrevista com E. M. Forster, entrevistou mais de trezentos autores. Aparecer nas páginas da Paris Review é, no mundo literário, um reconhecimento semelhante a um prêmio. Essa antologia traz uma seleção de catorze entrevistas da Paris Review, cobrindo as quase seis décadas de existência da publicação. Fazem parte do volume autores como W. H. Auden, Paul Auster, Jorge Luis Borges, Truman Capote, Louis-Ferdinand Celine, William Faulkner, Ernest Hemingway, Primo Levi. Concebidas como um contraponto à crítica academicista e formal que imperava nos Estados Unidos na época, as entrevistas buscam revelar o autor de forma profunda, cobrindo sua vida passada, sua visão de mundo, suas motivações e as peculiaridades de sua criação literária. Editadas com maestria, inclusive com revisão e aprovação dos próprios autores, elas transcendem o formato jornalístico e adquirem qualidade literária.

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    Diego Sotelo Carvalho24/07/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Muito Bom

    Eu só recomendaria aos apressados que pulassem a entrevista do Celine e do Auden. Celine dá várias entrevistas e quando vai chegando no fim ele já não fala mais coisa com coisa, a entrevista se torna confusa e triste pois se percebe o estado deplorável no qual ele estava. A do Auden é chata mesmo, eles ficam falando sobre diversos pontos da carreira do Auden que não despertaram o meu interesse. Quanto as outras entrevistas, tudo é interessante. Capote se comunica com uma facilidade invejável. Hemingway dá umas pisadas totalmente desnecessárias no entrevistador. Borges demonstra um conhecimento profundo de literatura. Wilder é super divertido falando. Auster transmite uma tranquilidade muito lúcida.

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