Using the multiple-viewpoint technique that worked well in The Boleyn Inheritance (2006), Gregory fictionalizes a little-explored episode in the life of Mary, Queen of Scots. In 1568, after fleeing rebellious Scottish lords, Mary is placed into the custody of George Talbot, Earl of Shrewsbury, and his wife, Bess of Hardwick. This turns their Derbyshire estate into a hotbed of intrigue and possible treason. George, normally loyal to a fault, falls in love with Mary; Bess secretly reports to William Cecil, Queen Elizabeth’s spymaster, while fretting about her foolish husband and the continual draining of their funds; Mary plays them against one another while plotting to escape, with Cecil noting her every move. Gregory skillfully evokes the suspenseful atmosphere—it was never certain that the 1569 Rising of the North in favor of Catholic Mary would fail—but the protagonists’ inner thoughts, as presented in short alternating chapters, are unnecessarily repetitive. Although this isn’t her best work, Gregory’s writing is sharpest toward the end, as the unavoidable consequences of Mary’s long imprisonment are finally felt by all.
The Other Queen -
Philippa Gregory
DESAFIO LITERÁRIO 2011 - Tema: Romance Épico / Mês: Março (Livro 6)
E mais uma vez Philippa Gregory nos presenteia com sua excepcional narrativa. Ela realmente sabe como fazer um romance épico se tornar tão interessante e encantador que é impossível largar as páginas e os personagens ficam vivos por muito tempo depois de terminada a leitura. Este é mais um livro sobre os Tudors, o sexto da autora e ela se utiliza neste, assim como em A Herança de Ana Bolena, a narrativa contada por três pessoas: Maria Stuart, Rainha da Escócia; Bess de Hardwick e George, Conde de Shrewsbury (o quarto marido de Bess). Maria Stuart é neta do Rei Henrique VIII, e está em prisão domiciliar na casa do Conde de Shrewsbury e sua esposa Bess. Ela saiu foragida de seu país por estar sendo acusada de matar seu próprio marido: Henrique Stuart, Lorde Darnley. Em solo Inglês e indignada com a prisão domiciliar, a "Outra Rainha" passa toda a narrativa conspirando e tentando fugir para recupear seu reino na Escócia. Por sua beleza e juventude, ela conta com vários aliados: Thomas Howard, o Conde de Shrewsbury e sempre com seu amante da escócia, o Conde de Bothwell com quem troca diversas cartas de amor e conspiração. Elizabeth, que neste livro já está sendo a Rainha forte e decidida que imaginei, percebe o perigo que seu trono corre, já que Maria Stuart é de linhagem Real muito mais forte que a sua própria, e fica mantendo-a prisioneira até que reúna provas suficientes para acusá-la de traição. A época também não é das melhores. O protestantismo de Elizabeth está mal alicerçado e a Inglaterra sofre a pressão do poder da Espanha, França e Roma. Maria Stuart para ajudar é católica e isso torna sua presença ainda mais perigosa. Confesso que fiquei bem focada à narrativa de Maria Stuart pois não sabia quase nada dessa personagem importante da história que me cativou por sua determinação. Bess de Hardwick também se mostrou uma personagem interessante, empreendedora e cúmplice de Maria. Apenas George não me chamou muito atenção, assim como a maioria dos homens, deixou-se levar pelos encantos de Maria Stuart e acabou se perdendo. O livro conta uma fase bem interessante da época dos Tudors, mas apesar disso não está entre os melhores de Philippa. De qualquer forma vale a leitura pelo conhecimento e pela maravilhosa narrativa. Leitura recomendada!
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