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    Moll Flanders -

    Daniel Defoe

    Modern Library
    2002
    335 páginas
    11h 10m
    ISBN-13: 9780375760105
    3.6
    15 avaliações
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    Written in a time when criminal biographies enjoyed great success, Daniel Defoe’s Moll Flanders details the life of the irresistible Moll and her struggles through poverty and sin in search of property and power. Born in Newgate Prison to a picaresque mother, Moll propels herself through marriages, periods of success and destitution, and a trip to the New World and back, only to return to the place of her birth as a popular prostitute and brilliant thief. The story of Moll Flanders vividly illustrates Defoe’s themes of social mobility and predestination, sin, redemption and reward.

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    Skooblover29/05/2014Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Eu li esse livro para uma das minhas matérias de Literatura Inglesa, acabando por se tornar mais um exemplo de que um clássico não necessariamente é um bom livro. Esse foi um dos livros que eu mais sofri para terminar, e a história incrivelmente repetitiva não ajudou muito. Moll Flanders é um livro para quem tem muita paciência para algumas coisas em especial: uma história não dividida em capítulos e contada de forma contínua, personagens que nunca têm nome, uma protagonista completamente sem moral, e histórias que se repetem sem parar. A narração sem muitas novidades e cheia das características acima mencionadas me deixou bastante irritada, e eu acabei por não gostar nada do livro. O que também ajudou um bocado para meu desgosto foram as personagens: ainda que Moll seja interessante do ponto de vista de suas diversas mudanças e sua incrível capacidade de adaptação, achei que suas características não foram suficientes para me conquistar. Isso sem contar que as personagens secundárias passam tão depressa por sua vida que mal temos tempo de analisar se sequer gostamos delas ou do papel que desempenham. No fim das contas, o livro me deixou decepcionada, já que eu comecei a leitura acreditando nas palavras da minha professora de que seria uma leitura fantástica. No mais, esse é mais um dos clássicos que eu não recomendo. Tem muita coisa melhor por aí.

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    3.6 / 15
    • 5 estrelas27%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas0%
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    Daniel Defoe

    Daniel Foe (1660-1731) — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe —, é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, <i>As Aventuras de Robinson Crusoe</i>, aos sessenta anos. Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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    Daniel Defoe