Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas5
    • Leitores240
    • Similares20
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Espada Diabólica (Mundo Fantástico / Mundos da Ficção Científica #1) - Stormbringer

    Michael Moorcock

    Francisco Alves, (RJ)
    1975
    168 páginas
    5h 36m
    Português Brasileiro
    4.1
    85 avaliações
    Leram119Lendo7Querem112Relendo0Abandonos2Resenhas5
    Favoritos20Desejados112Avaliaram85

    Elric de Menilboné, personagem de "Stormbringer", é, sem dúvida, a criação mais completa e popular de Michael Moorcock. -- Albino e fraco, a força lhe vem de ervas e poções especiais do Império de Menilboné. Quando este se faz em ruínas, a energia lhe vem da espada diabólica Stormbringer (Tormentífera em português europeu; Tormentosa en español), entidade assassina que suga a alma das vítimas, transmitindo a vitalidade à Elric. Publicadas separadamente na revista Science Fantasy, as estórias de Elric foram reunidas em livro em 1964, sob o título Stormbringer. São crônicas da guerra entre a Lei e o Caos. Elric, instrumento do caos, vê-se levado a lutar ao lado da Lei, contra Arioch, seu deus tutelar. E o preço é muito alto! |...| 'Melniboné é uma nação decadente. Por dez mil anos imperou sozinha sobre o mundo, mas agora é somente um arremedo dos seus tempos de glória. O povo que nela vive é uma raça fria, cruel e egoísta que vê os humanos e suas nações como fracos e submissos. Mas Elric, o imperador, nascido de um casamento que não seguia as tradições, albino, fraco, tendo seu sustento em poções revigorantes, é diferente. Ele preocupa-se com a “moralidade”, um conceito um tanto incompreensível para um Melnibonês, e seu desinteresse pelas tradições de seu país consterna a maioria de seus súditos, inclusive o príncipe Yyrkoon, seu primo e sucessor direto, que não se cansa em testar o poder do imperador. Valendo-se de suas exímias habilidades de combate e de sua poderosa feitiçaria, Elric enfrentará as incursões inimigas, seu primo traidor e a si próprio numa jornada por esse mundo e por outros mais além. Essa é a premissa do livro e a partir dela Moorcock estrutura sua narrativa. [RedeRPG - Underground:Literatura]

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (20)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (5)Ver mais
    Junior Cazeri picture
    Junior Cazeri21/12/2010Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Quando você pensa no gênero Espada e Magia, qual personagem vem à sua mente? Provavelmente você pensa em Conan, o maior ícone do gênero e que influenciou dezenas de imitações que surgiram depois. Contudo, é bom que você saiba que, além do cimério de bronze, existe também uma outra figura, bem longe do ideal heróico do bárbaro, original e muito importante na literatura. Elric de Melniboné foi criado por Michael Moorcock e estreou na revista Science Fantasy nº 47, em 1961. Suas histórias acabaram em livros, quadrinhos e rpgs. Elric é o príncipe e senhor do reino de Melniboné e último de sua família. Ao contrário dos heróis fortes e imponentes, como Conan, Elric é fragil e adoentado, albino e atormentado por culpas e crimes. Sua força provém da espada Stormbringer, uma entidade que devora as almas de suas vítimas e divide a energia vital com seu portador. Sendo assim, Elric vive às custas de assassinatos que lhe restauram as forças. A espada, devo ressaltar, não é totalmente controlada pelo príncipe, tem vontade própria, guia seus movimentos e o lança em um frenesi sanguinário quando o abastece com energia suficiente. O portador da arma nada mais é do que um fantoche do seu poder. E isso rompe com tudo o que havia sido criado por Robert E. Howard e seu Conan. A Espada Diabólica (Stormbringer, no original) é um romace fix-up, que reúne 4 aventuras de Elric e, curiosamente, narra o final da saga do antiherói e não o início. Lançado no Brasil pela editora Francisco Alves em 1975, como primeiro volume da coleção Mundo Fantástico, só pode ser encontrado em sebos. Na história, Zarozínia, segunda esposa do príncipe, é raptada e ele parte em seu resgate, sem saber que, em seu caminho, encontrará forças sobrenaturais que buscam dominar o mundo, trazendo uma guerra final devastadora sobre todos os reinos. Com desafios crescentes e uma longa viagem pelo mundo fantástico de Moorcock, Elric deve lutar contra soldados inimigos, feras, enfrentar gigantes e domar dragões até o clímax que envolve seu grande inimigo, o teocrata Jagreen Lern e os duques do inferno com os quais este se aliou. A trama envolve fantasia, horror e drama, já que certas ações da espada negra Stormbringer são totalmente inesperadas e, muitas vezes, assustadoras. O caminho de Elric, seja atravessando desertos ou em grandes embarcações sobre o mar, é uma passarela de morte e destruição, onde a perda e a dor são companheiras inseparáveis. Elric vem sendo publicado em Portugal, mas continua fora dos catálogos das editoras nacionais, o que é uma grande lástima. Uma série importante e envolvente como esta merecia um lugar nas livrarias nacionais e nas coleções dos cada dia mais crescentes admirados da fantasia e que procuram algo diferente de O Senhor dos Anéis para ler. Deixo aqui um apelo para que os editores considerem a possibilidade de publicar a saga em nossas terras, pois Elric é mais que uma grande história, é obrigatório para quem aprecia fantasia. Recomendadíssimo. Resenhado no http://cafedeontem.wordpress.com/

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 85
    • 5 estrelas39%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas1%
    Michael John Moorcock profile picture

    Michael John Moorcock

    Michael John Moorcock (nascido a 18 de Dezembro de 1939, em Londres, Inglaterra) é um escritor britânico prolífico que se dedica essencialmente à ficção científica e à fantasia, mas que também já publicou vários romances literários. Sem qualquer tipo de dúvida, as obras mais famosas de Moorcock são os romances Elric, que nos apresentam a personagem Elric de Melniboné. Nestes livros, Elric é um anti-herói escrito como o oposto deliberado daquilo que Moorcock via como clichés frequentemente encontrados em romances de aventura e fantasia inspirados pelas obras de J.R.R. Tolkien, para além de ser uma antítese directa do Conan de Robert E. Howard. Moorcock também escreveu vários pastiches de escritores que ele admirava nos tempos de juventude, tais como Edgar Rice Burroughs, Leigh Bracket e o próprio Howard. Todas as suas aventuras de fantasia contêm elementos de sátira e paródia, enquanto, simultaneamente, respeitam aqueles que ele considerava serem os fundamentos essenciais da forma. Embora estas possam representar as suas obras mais famosas nos Estados Unidos, no Reino Unido ele alcançou a proeminência enquanto escritor literário, com livros como Eis o Homem e The Final Programme a serem acolhidos como trabalho não tipificado. Romances como "The Cornelius Quartet", "Mother London", "King of the City" e "The Pyat Quartet" trouxeram-lhe renome entre os críticos de publicações como The Times Literary Supplement e The London Review of Books, passando a ser considerado como um dos grandes romancistas literários contemporâneos. Moorcock tornou-se editor de As Aventuras de Tarzan em 1956, com dezasseis anos de idade, vindo mais tarde a editar a Sexton Blake Library. Enquanto editor da controversa revista britânica de ficção científica New Worlds, de Maio de 1964 a Março de 1971 e depois de 1976 a 1996, Moorcock promoveu o desenvolvimento da Nova Onda no Reino Unido e, indirectamente, nos Estados Unidos. A sua publicação dividida em vários capítulos do livro Bug Jack Barron, de Norman Spinrad, tornou-se notória por levar a que vários deputados britânicos condenassem, no Parlamento, o financiamento da revista por parte do Conselho de Arte. Durante este período, ele escreveu ocasionalmente sob o pseudónimo "James Colvin", um "pseudónimo caseiro"usado por outros críticos na New Worlds. Um obituário satírico de Colvin apareceu no número 197 da New Worlds (Janeiro de 1970), escrito por um tal "William Barclay" (outro pseudónimo de Moorcock). De facto, Moorcock dá imenso uso às iniciais "JC", e não será totalmente por coincidência que estas sejam também as iniciais de Jesus Cristo, tema do seu romance de 1967 e vencedor de um Nébula, Eis o Homem, que nos conta a história de Karl Glogauer, um viajante no tempo que assume o papel de Cristo. Em anos mais recentes, Moorcock começou a utilizar "Warwick Colvin, Jr." como mais um pseudónimo, especialmente na sua série Second Ether. A introdução de Moorcock ao seu romance experimental Breakfast in the Ruins, referindo-se à ficção como o texto de um manuscrito encontrado após o "falecimento" do autor, foi um instrumento literário levado à letra por alguns leitores. O seu trabalho é frequentemente louvado como sendo complexo e profundo. O conceito de um "Campeão Eterno", que tem potencialmente múltiplas identidades através de múltiplas dimensões de realidade e universos alternativos, é o centro de muitos dos seus romances na área da fantasia. Esta cosmologia das suas obras é denominada "Multiverso". O "Campeão Eterno" está envolvido numa luta constante não só com as noções convencionais do Bem e do Mal, mas também na luta pelo equilíbrio entre Lei e Caos. Como referimos na introdução a este artigo, não restam quaisquer dúvidas de que, nos Estados Unidos, as suas obras mais famosas foram os romances Elric, que nos apresentam a personagem Elric de Melniboné. Moorcock escreveu as primeiras histórias de Elric como o oposto deliberado daquilo que via como clichés frequentemente encontrados em romances de aventura e fantasia inspirados pelas obras de J.R.R. Tolkien, bem como pelos trabalhos de Robert E. Howard. A popularidade de Elric ofuscou muitos dos seus outros trabalhos (os romances Hawkmoon e Corum são exemplos disso). A sua sequência do Campeão Eterno foi reunida em duas edições de colectâneas diferentes, num total de quinze livros, sendo que cada volume continha vários livros, pela Victor Gollancz no Reino Unido e pela White Wolf Publishing nos Estados Unidos. Em 2003, a Universal comprou os direitos da série Elric, para futura produção por parte dos irmãos Weitz. Uma das criações mais famosas de Moorcock foi Jerry Cornelius (mais um JC), um género de agente secreto de sexualidade ambígua; em todos os livros de Cornelius podemos encontrar as mesmas personagens. É óbvio que estes livros representavam, essencialmente, uma sátira aos tempos modernos, incluindo a Guerra do Vietname, ao mesmo tempo que representam uma nova variação da temática Multiverso. O primeiro livro sobre Jerry Cornelius, The Final Programme (1968) foi adaptado para o cinema. The Condition of Muzak, o quarto livro, ganhou o Guardian Fiction Award em 1977. A partir de 1998, Moorcock regressou a Cornelius numa série de novas histórias: "The Spencer Inheritance", "The Camus Connection", "Cheering for the Rockets", e "Firing the Cathedral", que tinha a ver com o 11 de Setembro. As quatro histórias foram incluídas na edição de 2003 de The Lives and Times of Jerry Cornelius. O conto mais recente de Cornelius foi publicado no jornal Nature em Maio de 2006 e chamava-se The Visible Men. A maioria dos primeiros trabalhos de Moorcock consistia em contos e romances relativamente curtos: ele mencionou que "eu conseguia escrever 15.000 palavras num dia e dava a mim próprio um prazo de três dias para cada volume. Foi assim que, por exemplo, os livros Hawkmoon foram escritos". A partir dos anos 80, Moorcock começou a ter uma tendência para escrever obras mais longas, mais literárias, mais mainstream, como é o caso de Mother London e Byzantium Endures, que obtiveram críticas deveras positivas, mas ele continua a revisitar personagens dos seus primeiros trabalhos, como Elric, em livros como The Dreamthief's Daughter ou The Skrayling Tree. Com a publicação do terceiro e último livro desta série, The White Wolf's Son, Moorcock anunciou que se iria "reformar" da escrita de ficção e fantasia heróicas, embora ele continue a escrever as aventuras de Elric em banda desenhada juntamente com o seu colaborador de longa data Walter Simonson. Também completou a sua série Colonel Pyat, incidindo sobre a temática do Holocausto Nazi. Moorcock começou esta série em 1981, com Byzantium Endures, e continuou-a em The Laughter of Carthage (1984) e Jerusalém Commands (1992), tendo a mesma culminado com The Vengeance of Rome (2006). Embora Moorcock seja principalmente conhecido pelas obras referidas anteriormente, ele também escreveu romances e contos cuja acção se passa no planeta Terra, vários milhões de anos no futuro; destes, poder-se-á dizer que o mais conhecido é The Dancers at the End of Time. Embora o seu livro premiado Gloriana, or The Unfulfilled Queen se passe numa história alternativa do planeta Terra, não se poderá dizer que se trata inteiramente de um romance de ficção. Moorcock está disposto a rever o seu trabalho publicado, como consequência das variações significantes que várias edições de um mesmo livro podem causar. Essas mudanças vão de simples alterações de título (por exemplo, a história de Elric The Flame Bringers a mudar para The Caravan of Forgotten Dreams nas edições dos anos 90 por parte da Gollancz e da White Wolf), à alteração de nomes das personagens (por exemplo, "Egan" a tornar-se "Reagen" na edição em colectâneas de The War Lord of the Air), passando por verdadeiras alterações de texto (por exemplo, a criação de vários novos capítulos para as colectâneas de The Steel Star) e até verdadeiras reestruturações (por exemplo, o conto Eis o Homem, de 1966, a passar a um romance completo em 1969).

    38 Livros
    73 Seguidores

    Michael John Moorcock