Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores297
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Conspiração do Mal (Os Mistérios de Osíris #2) -

    Christian Jacq

    Bertrand Brasil
    2011
    490 páginas
    16h 20m
    ISBN-13: 9788528614640
    Português Brasileiro
    4.3
    50 avaliações
    Leram102Lendo6Querem187Relendo0Abandonos2Resenhas2
    Favoritos11Desejados187Avaliaram50

    Em Os Mistérios de Osíris, a mais nova série do autor de Ramsés, o leitor acompanhará a busca do jovem Iker e a luta do faraó Sesóstris III contra as forças do Mal, conhecendo a verdadeira história dos hábitos e costumes do Antigo Egito. Tudo isso graças a Christian Jacq, que revela as chaves e o segredo da dimensão inalterável dessa antiga civilização mágica e fascinante que, mesmo desaparecida, continua sendo objeto de interesse de toda a humanidade. A série tem mais três volumes: A Árvore da Vida, O Caminho de Fogo e O Grande Segredo. No segundo volume, A Conspiração do Mal, apesar da determinação do faraó Sesóstris, apesar dos esforços conjugados dos seus generais que procuravam, em vão, o culpado, apesar dos rituais cotidianos e dos cuidados da rainha e das sete sacerdotisas da deusa Hathor, a bela acácia de Ábidos morria... Entre essas sacerdotisas, a mais misteriosa, a que estava sempre presente nos sonhos do jovem escriba Iker, faz uma descoberta: para salvar a Árvore da Vida, é preciso construir uma pirâmide em Dachur, um monumento que encarne Osíris. Sesóstris concorda. Juntos, o faraó e a sacerdotisa encontram o lugar ideal, e a obra é iniciada, sob o olhar benevolente da sacerdotisa Ísis.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Livros da Julie picture
    Livros da Julie16/11/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Ação e suspense no ataque de Iker contra Sesóstris III

    ----- "O orador prolixo que discursa para a multidão é um homem perigoso, o que fala muito é causador de distúrbios. Excitar a turba leva à destruição. Por isso, para governar se exige que nos tornemos artesãos das palavras." - "A harmonia do Estado é realizada numa comunhão entre as pessoas que não reclamam direitos, mas vivem de obrigações recíprocas. (...) na capacidade de união de cada pessoa e não na capacidade de se opor e dividir." - "Por mais sólidas que pareçam, as obras humanas acabam por desmoronar." - "a boa organização das contas do Estado era indispensável para a manutenção (...) da civilização. Em caso de desperdício, endividamento ou negligência, o tecido social se rasgaria e a porta seria aberta para todo tipo de abuso." - "Quem acreditasse que (...) alto cargo fosse divertimento só podia ser imbecil ou ingênuo." - "Escute as palavras dos antepassados, (...) recolha os ensinamentos deles, leia os seus livros. O homem desaparece, o seu corpo vira poeira. Mas as obras permitem que o ser permaneça. Nenhum de nós é superior àquele que sabe transmitir pela escrita um pensamento vital, porque os escritos agem." - "Os escribas, cheios de sabedoria, não projetaram deixar herdeiros perecíveis, filhos de carne que conservariam os seus nomes. Eles criaram como sucessores os livros e os ensinamentos. (...) O poder mágico que possuíam atinge os leitores." - "Se quiser que o destino lhe seja favorável, (...) permaneça reservado é silencioso, evite falar demais. (...) O fogo do impetuoso o destrói, o verdadeiro silencioso busca os lugares onde reina a harmonia. O sábio (...) mantém a moderação no agir." - "só o que experimentamos pessoalmente conseguimos assimilar de verdade." - "não se pode tirar o veneno da serpente, como não se pode tirar o mal do ser maléfico." - "Portador de injustiça e de crueldade, o homem é o mais temível dos predadores." - "Não deseje jamais o que pertence ao outro, (...) não cobice o que não é capaz de realizar por si mesmo, porque a inveja provoca a decadência." - "A estupidez lidera a multidão" ----- A conspiração do mal é o segundo livro da série Os mistérios de Osíris, lido com as @mafaguifinhos e @nleituras. O faraó Sesóstris III continua movendo céus e terras para reavivar a acácia de Osíris em Ábidos. Oferendas, rituais diários, monumentos, templos e pirâmides, tudo tem sido feito para neutralizar as forças do mal e inspirar bons fluidos na cidade sagrada, com a ajuda da mais nova e dedicada sacerdotisa real, Ísis, que havia se tornado objeto de amor platônico de Iker desde que a viu. Já Iker progrediu tanto em sua carreira de escriba que enfim conseguiu acesso a documentos que pareciam indicar que o seu sequestro havia sido encomendado pelo faraó. Abalado com a descoberta, o rapaz planeja vingança. Enquanto isso, o verdadeiro antagonista, um homem que se autodenomina o Anunciador, recruta cada vez mais pessoas e movimenta forças por debaixo dos panos, aguardando o momento certo para destruir a instituição faraônica, auxiliado pela ganância de corruptos funcionários do governo. O autor faz um resumo inicial para então retomar a saga, que ganha corpo e complexidade. O ritmo é mais acelerado e há muito mais ação e suspense. Os embates, as reviravoltas e a incerteza sobre o rumo da história nos deixam tensos e apreensivos. Apesar da escrita simples, que alude a uma época mais simplória, mas nem por isso mais inocente ou menos sanguinária, Jacq conseguiu entremear os diferentes subenredos e fazê-los se cruzarem de modo espetacular. Passadas a contextualização introdutória e a empolgação inicial com a temática da série, já nos sentimos ambientados e imersos nas intrigas reais e no submundo do crime em pleno Egito faraônico e podemos observar o desenvolvimento dos protagonistas. As duras provações do destino e o convívio com indivíduos de índole duvidosa transformaram Iker. Antes ingênuo e amigável, ele se torna frio e determinado, cegado pela missão de sua vida: eliminar o faraó e salvar o povo egípcio. Sesóstris segue reunificando o Egito e inova na nomeação de um vizir para administrar o reino. Por mais que os tempos fossem outros e a democracia, um conceito distante, o faraó buscava ser um exemplo de virtude para o povo. A corrupção pontual existia, mas a gestão buscava eliminar esses casos e se pautar pela integridade. Caso não fosse confiável, o governo perderia sua base de sustentação e o povo que dele depende estaria fadado ao fracasso. As pessoas compreendiam o seu papel na sociedade. Ainda que pequeno e humilde, o trabalho individual era essencial para o funcionamento coletivo do país. Com trabalhadores motivados e dedicados, o Egito parecia pujante e próspero. Outros povos, no entanto, destoavam do padrão de organização política e social dos egípcios e não eram vistos como "avançados". Os núbios eram considerados guerreiros selvagens, os cananeus, revoltosos corruptos... Infelizmente, tais rótulos depreciativos devem ter ajudado a perpetuar preconceitos e a prejudicar a evolução. Apesar da desconfiança com que tratavam estrangeiros, a moderação era um ideal perseguido pelos egípcios, pois as boas energias se encontravam no equilíbrio físico e moral. Nos extremos, reinava o caos. O Anunciador personifica esse radicalismo, que torna o mundo pior aos olhos dos fanáticos: a diversão é inadequada, as risadas são inconvenientes e as mulheres são libertinas, culpadas pelos males da humanidade. E como em toda facção religiosa que extermina os infiéis, há aqueles inspirados pela crença e os motivados pela oportunidade de praticar crimes. Os interesses se complementam e dão origem aos grupos mais temidos. Tanto o faraó quanto o Anunciador se impõem pela força de suas palavras e pelo poder de sua influência. No entanto, o primeiro busca construir e zelar pelo bem comum, enquanto o segundo só entende a destruição e age de acordo com seus próprios interesses. Seja nos momentos de reflexão, diligência ou enfrentamento, o leitor recebe de Sesóstris e seus aliados uma verdadeira aula de ética, moral e civilização. O conhecimento podia ser encontrado nas maravilhosas bibliotecas, nos tratados sobre biologia, medicina, astronomia, matemática, arquitetura e tudo o mais que havia no céu, na terra e no mar. A verdadeira sabedoria, porém, não estava no estudo e na contemplação, mas no comportamento e nas atitudes, na retidão de palavras e ações.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 50
    • 5 estrelas52%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas12%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
    Christian Jacq profile picture

    Christian Jacq

    Christian Jacq (Paris, 1947) é um escritor e egiptólogo francês. Escreveu várias obras de ficção sobre o Antigo Egito, notavelmente uma coletânea de cinco livros sobre o faraó Ramsés II, a quem Jacq guarda grande admiração. Até o ano de 2004, já havia escrito mais de cinqüenta livros, incluindo diversas monografias na área da egiptologia. O livro que o fez conhecido para o grande público foi "Champollion O Egípcio". Christian Jacq teria se apaixonado pela Antigo Egito com a idade de treze anos pela leitura de três volumes da história da civilização do Antigo Egito de Jacques Pirenne . Casou-se muito jovem, aos 17 anos, e sua viagem de núpcias foi para o Egito onde visitou o sitio arqueológico do antigo Memphis . Seu primeiro teste, naturalmente dedicado ao Egito , foi no fim dos anos 60, quando se envolveu em estudos de Arqueologia e Egiptologia , que foram coroados com o titulo de doutorado em Sorbonne . A sua carreira de escritor, que se iniciou aos 21 anos, segue duas linhas narrativas : uma de autor moderno e outra de romancista histórico. O egiptólogo gosta de afirmar que teve êxito literário por unir o universo novelista com a história egípcia. Ele e sua falecida esposa fundaram o Instituto Ramsés, que se dedica a criar descrições fotográficas do Egito para a preservação de sítios arqueológicos em perigo. De fato, o Instituto conta com a maior coleção de fotografias do Antigo Egito, entre doze e quinze mil, com o projeto de reunir mais de cem mil. Atualmente, Christian Jacq reside em Genebra, na Suíça.

    137 Livros
    302 Seguidores

    Christian Jacq