Livro curtinho, simples, direto. Expressa um pouco sobre as concepções de Maffesoli. Crítico do positivismo, defensor e teórico da pós-modernidade, o autor fala-nos dessa opinião pública e opinião publicada, onde a primeira seria uma pretensão sem um saber, enquanto a última tem consciência de sua fragilidade, no entanto, mais verdadeira. O apocalipse seria, então, um evocativo da revolução das coisas, uma revolução radical.
Para quem não é leitor de Maffesoli, pode achar o livro confuso e sem sentido, mas para quem conhece o autor, a obra é um esclarecimento sobre noções próprias deste, como o tribalismo, o societal, o querer estar-junto e a pós-modernidade.