Essa resenha é um completo poupa-tempo. A história é surpreendente demais para que eu exponha puramente a minha opinião, pois não há possibilidade de escrever tudo o que desejo e tudo o que considero importante ou até indispensável para uma boa resenha deste livro. Eu poderia escrever infindáveis parágrafos, que ainda assim não seriam suficientes.
Se alguém vir esta resenha e resolver ler a obra, não precisará saber de nada além da própria sinopse. Toda informação que complemente a sinopse é absolutamente desnecessária para se ter uma boa experiência com essa leitura.
Esse é um dos livros em que os leitores precisam saber dar os passos certos e evitar o erro irremediável de procurar mais informações a respeito. Dependendo do que for lido, a experiência pode ser arruinada do início ao fim.
Por isso, deixarei a segunda sinopse da obra, disponível na contracapa do livro, como resenha e podem ter certeza: isso basta.
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Rico e poderoso, com grande influência sobre diversos governos de todo o mundo, Harry Stanford é o patriarca de uma família em decadência. O novo romance de Sidney Sheldon começa quando Stanford morre em circunstâncias suspeitas logo após anunciar a intenção de modificar o testamento. Depois do funeral, a reunião da família é interrompida pela chegada de uma linda jovem que alega ser filha do empresário e reivindica uma parte de sua formidável herança. Enquanto isso, o advogado nomeado como testamenteiro começa a investigar a morte de Stanford e a tentar descobrir quem tem direito à herança.