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    Os Grandes Clássicos De Tex Nº #02 (Clássicos) - A Mão Vermelha

    G. L. Bonelli

    Mythos
    2006
    226 páginas
    7h 32m
    ISBN-2: 00
    Português Brasileiro
    4
    10 avaliações
    Leram15Lendo0Querem2Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados2Avaliaram10

    Publicada pela primeira vez em Tex (1958) n° 10/1960 - Sergio Bonelli Editore, n° 11/1960 - Sergio Bonelli Editore Os dias e meses passam rápido. Vivendo a vida simples dos navajos, que têm por ele uma verdadeira admiração, Tex passa o tempo caçando com os guerreiros de Flecha Vermelha, mas aos poucos a saudade de uma vida aventurosa enche o coração do antigo ranger. É quando chega na aldeia Kit Carson, dizendo que Tex fora convocado ao comando dos rangers para vingar a morte do amigo Arkansas Joe e investigar uma poderosa organização chamada A Mão Vermelha.

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    Wilson Sacramento picture
    Wilson Sacramento26/01/2018Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Lendo este material em p/b e formatinho, a edição de Tex em Cores tem outro nível gráfico, para além da coloração, infelizmente, no Brasil a maioria da galera que coleciona prefere ter edições meia boca. Torcer que a Tex em Cores retorne dia destes, pois estas histórias em ordem cronológica são o que há para quem desconhece o ranger e seus 70 anos de vida editorial.

    3 curtidas

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    Avaliações

    4 / 10
    • 5 estrelas40%
    • 4 estrelas30%
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    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Gian Luigi Bonelli profile picture

    Gian Luigi Bonelli

    Leitor voraz desde jovem, apreciando, principalmente, os romances de mestres como Jack London, Robert Louis Stevenson, Julio Verne, Emilio Salgari, entre outros. Vagou pela Europa, com pouco dinheiro no bolso, trabalhando nos mais diversos ofícios para ganhar pão, desde cortar lenha numa fazenda até ingressar no boxe (atuando, inclusive, como treinador de lutadores profissionais). Como sua principal criação, o ranger Tex, "possuía uma percepção de valores imediata, fruto de uma cultura surgida numa juventude vivida com austeridade", como disse Decio Canzio, grande amigo de Bonelli. Sua carreira literária começa no início dos anos 1930, escrevendo histórias para o Corrieri dei Piccoli, tradicional publicação italiana, e artigos para o Giornale Illustrato dei Viaggi. Nos anos 1930, Bonelli fez títulos variados para a Editora Saev, como Jumbo e Rin-tin-tin e escreveu seus primeiros roteiros, que foram desenhados por Rino Albertarelli e Walter Molina. O nome de Gian Luigi Bonelli está indissoluvelmente ligada ao Tex Willer, cujos roteiros durante quarenta anos, dedicou-se para lhe dar primeiro nas mãos capazes de outros autores, inclusive, para citar apenas os mais importantes Guido Nolitta (Sergio Bonelli), Claudio Nizzi e Mauro Boselli. Refira-se que a vitalidade de seu caráter, evidenciado pelo fato de que ainda é o livro italiano de quadrinhos com o maior número de vendas, tem resistido à crise no gênero western a partir da qual se inspirou.

    67 Livros
    18 Seguidores
    Lombardia, Itália

    Gian Luigi Bonelli