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    O dossiê Odessa / O dia do chacal - Seleção Vira-vira

    Frederick Forsyth

    Bestbolso
    2010
    784 páginas
    1d 2h 8m
    ISBN-13: 9788577993253
    Português Brasileiro
    4.1
    24 avaliações
    Leram43Lendo4Querem28Relendo0Abandonos3Resenhas3
    Favoritos1Desejados28Avaliaram24

    1) O clássico da literatura de espionagem O Dossiê Odessa dosa perfeitamente realidade e ficção. No fim de 1963, Israel sofre a mais séria ameaça de sua curta existência. O tradicional inimigo egípcio prepara um ataque para varrer do mapa o Estado judaico. Esta conspiração conta com a ajuda de velhos nazistas protegidos por uma poderosa organização chamada Odessa, um grupo de criminosos de guerra do III Reich que sonha com a volta do regime nazista. Mas o obstinado jornalista Peter Miller, em busca de um homem que matou milhares de judeus na Rússia, tem a chance de impedir a terrível operação. 2) O Dia Do Chacal é ambientado no início da década de 1960, quando Charles De Gaulle retorna ao posto de primeiro-ministro da França. Uma de suas medidas é a retirada das tropas francesas da Argélia, o que o transforma no alvo de um grupo de extremistas desiludido pela “renúncia” francesa ao território. Quando todos os atentados visando o assassinato de De Gaulle falham, o grupo decide pôr em prática um último e desesperado plano: A operação Chacal. É então contratado o Chacal, um assassino britânico extremamente competente que tem em suas mãos o poder de mudar a história mundial. A narrativa ágil e o suspense irresistível fazem de O Dia Do Chacal um dos melhores thrillers de Frederick Forsyth. Frederick Forsyth nasceu na Inglaterra, em 1938. O escritor começou sua carreira como jornalista e obteve notoriedade a partir de seu trabalho como correspondente estrangeiro, que lhe possibilitou conhecer profundamente os meandros da política internacional. Após dois anos cobrindo a guerra civil em Biafra, na Nigéria, Forsyth decidiu escrever seu primeiro livro de ficção: O dia do Chacal, publicado em 1970. Sua especialidade são os romances que envolvem espionagem e política internacional, conseqüência do jornalismo investigativo que se reflete em toda sua obra.

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    Resenhas (3)Ver mais
    Ariane Corrêa picture
    Ariane Corrêa24/10/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Forsyth entregou tudo outra vez!

    Eu já tinha lido "O dia do Chacal" então fui com sede ao pote nesse livro e não me arrependi. Achei a história muito bem construída e em vários momentos pesquisei na internet sobre os personagens da SS que foram citados no decorrer da trama. Vi em outras resenhas que os leitores ficaram insatisfeitos com o final do livro, mas é a realidade. Muitos nazistas nunca foram presos e viveram uma vida longa. E acho que foi essa a intenção do autor: gerar indignação para que nenhum de nós perdoe os monstros da história e olha que o Brasil tem vários. Achei que o final do livro foi condizente com os fatos verdadeiros e gostei de como tudo terminou.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 24
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas0%
    Frederick Forsyth profile picture

    Frederick Forsyth

    Piloto, agente secreto, jornalista e escritor, Frederick Forsyth foi educado na Tondridge School, e depois na Universidade de Granada, na Espanha. Aos 19 anos, começou a servir a RAF (Royal Air Force) como um dos mais jovens pilotos, tendo servido até 1958. Depois começou a trabalhar no Eastern Daily Press como repórter. Em 1961, se tornou correspondente da Reuters em Paris. Trabalhou também na Alemanha Oriental e na Tchecoslováquia. Retornando a Londres em 1965, trabalhou como repórter de rádio e televisão na BBC, o que lhe proporcionou a oportunidade de conhecer a fundo os grandes dramas da política internacional. Essa experiência no jornalismo o ensinou a ser minucioso e preocupado com as verdades históricas. Utilizando o trabalho de correspondente diplomático assistente, cobriu o lado biafrense da guerra entre a Nigéria e Biafra de julho a setembro de 1967, além de iniciar suas tarefas como espião britânico, confirmadas pelo próprio autor em sua autobiografia. Foi este trabalho e a pesquisa relacionada que interessaram a ele como verdade histórica. Em 1968, deixou a BBC para retornar para Biafra e cobriu a guerra, primeiro como freelance e depois para o Daily Express e para a revista Time. Em 1969, Forsyth escreveu A História De Biafra: O Nascimento de um Mito Africano sendo que a maior parte do livro foi escrita durante o mês de janeiro de 1969, e sobre o evento, o autor declarou: "Nada pode nem jamais poderá atenuar a injustiça e a brutalidade perpetradas contra o povo biafrense, nada pode nem jamais poderá atenuar a indignidade da participação ativa, embora indireta, de um governo britânico..." "Os vitoriosos escrevem a história e os biafrenses perdem. A conveniência muda as opiniões... e a recordação de Biafra e do que lá se perpetrou permanecem inconvenientes para muita gente." Em 1970, após nove anos de intensa carreira jornalística, Forsyth decidiu escrever um livro onde poria à prova os métodos de investigação da carreira de repórter e de agente secreto. Escolheu um tema romanesco e de certo modo misterioso: as tentativas da extrema direita francesa de assassinar o General Charles De Gaulle, presenciadas por Forsyth em 1962 em Paris. Nasceria assim, o primeiro de sua longa lista de sucessos: O Dia do Chacal. Confirmando as suspeitas de muitos fãs de seus romances de espionagem, em 2015 Forsyth reconheceu em sua autobiografia que trabalhou como espião do serviço de Inteligência Exterior do Reino Unido, o MI6, durante duas décadas­­. Suas andanças como espião começaram durante a guerra de Biafra (Nigéria), de 1967 a 1970, quando agentes de inteligência se aproximaram “para ver se podia contar o que estava acontecendo”, segundo relata Forsyth. “No último ano da guerra mandei tanto notícias aos veículos de comunicação como informes adicionais a meu novo amigo”, conta. Forsyth aceitou comprovar para o MI6 se, ao contrário do que dizia o próprio Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido, “estavam morrendo crianças pelas mãos da ditadura de Lagos”, de acordo com a BBC. O romancista diz que não cobrou honorários por esse trabalho específico. “Tratava-se de um ato voluntário em um ambiente que era, naquela época, muito diferente, com a Guerra Fria a todo vapor”, afirmou o escritor. Que, no entanto, recebeu como contrapartida o consentimento do MI6 para introduzir suas experiências reais como espião em seus livros. “Me diziam para mandar as páginas para eles para que aprovassem ou censurassem. De forma geral a resposta era ‘OK, Freddie!’”, afirma Forsyth. Em "O quarto protocolo" omitiu como detonar uma arma nuclear, após a revisão do original pelo MI6. "Não queriam que ninguém fizesse aquilo.", explicou. Forsyth permaneceu trabalhando para o MI6 até pelo menos o ano de 1987. A lista de thrillers que escreveu após o grande sucesso de O Dia do Chacal o tornou um best-seller internacionalmente reconhecido. Especializou-se em romances envolvendo espionagem e política internacional. Com O Fantasma de Manhattan, flertou com romances de suspense, mas o resultado foi decepcionante para seus antigos leitores. Estão entre seus grandes livros os romances A Alternativa do Diabo, Dossiê Odessa e O Quarto Protocolo, Frederick Forsyth fala francês, alemão e espanhol fluentes, e viajou por toda a Europa, Oriente Médio e África, e estas experiências podem ser vistas na autenticidade dos seus livros. Em 10 de setembro de 2015, a autobiografia de Forsyth, 'The Outsider: minha vida em intrigas', foi publicada. Em 2016, Frederick Forsyth revelou que vai parar de escrever ficção porque sua mulher o considera muito velho para viajar pelo mundo atrás de informações. "Estou cansado e não posso ficar em meu escritório para escrever romances", disse o autor. Após sua última viagem à Somália para obter informações para o livro "A lista", Forsyth conta que sua esposa afirmou: "Você está muito velho, estes locais são muito perigosos e você não corre tão rápido como antes". Forsyth, que sempre utilizou máquina de escrever, disse que tentou pesquisar informações sobre a Somália na internet, mas que ficou muito "insatisfeito" com os resultados.

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    Kent, Inglaterra

    Frederick Forsyth