Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores50
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Odara -

    Marcio Paschoal

    Record
    2011
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9788501092557
    Português Brasileiro
    3.2
    24 avaliações
    Leram41Lendo2Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos2Desejados7Avaliaram24

    Neste romance, Márcio Paschoal apresenta uma personagem cheia de nuances. Uma figura cativante, com traços meigos e gestos gentis, que logo se enxerga como uma pessoa diferente e opta em assumir sua porção feminina. Assim nasce Odara. O autor explora esta dualidade e com muito bom-humor revela um pouco da realidade destes indivíduos marginalizadas pela sociedade. A inspiração para o livro surgiu de exercícios em oficinas ministrada pelo autor. Crônicas de Veríssimo, letras de artistas como Zeca Baleiro e um bate-papo traçaram o destino do livro. "O resultado foi uma mulher de extremos, de perfil psicológico complicado e que não queria ficar estanque, sonhando tatear estrelas distraídas. Conversando com a Rogéria pensei em transformar essa personagem controversa num travesti. Assim surgia Odara", revela Paschoal. A narrativa costurada pelo autor possibilita o conhecimento de várias facetas da personagem. Acompanhar a história de Odara desde sua complicada infância, passando por suas ilusões, romances e aventuras no Rio de Janeiro e pelo mundo leva a reflexão sobre a própria condição humana.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Inácio França picture
    Inácio França05/03/2012Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Odara

    (texto publicado originalmente no www.caotico.com.br) Em plena leitura de A Dança dos desejos recebi uma mensagem da simpática assessora de imprensa da editora Record oferecendo umm exemplar do lançamento Odara para repetir a promoção de sorteá-lo entre os leitores do blog interessados em escrever uma crítica ou um comentário sobre a obra. Acho que o interesse particular pelo romance do Esdras do nascimento acabou se transformando em entusiasmo pela literatura brasileira contemporânea em geral. Pedi que ela mandasse o livro para eu mesmo comentar. Recebi, li e agora, conforme o combinado, publico minha opinião: gostei mais ou menos. Ou melhor, gostei só um pouquinho assim. Odara tem algumas ótimas sacadas, a começar pelo ideia central, a “biografia” de um travesti ou o bom humor pulverizado na história aqui e acolá, como o trecho em que o protagonista, ainda menino, pede uma Barbie noiva de presente. Melhor ainda é o recurso de intercalar o texto em primeira pessoa do personagem central Odara/Normando com trechos de depoimentos dos demais personagens, como seus amantes, amigos e parentes, que ora contam outra versão da história, ora ratificam aquilo que conta o/a protagonista. Como o meia que pensa uma jogada magistral, prestes a enfiar uma bola em profundidade para o atacante que se desloca, o autor, Márcio Paschoal, teve um excelente lampejo, mas a jogada não foi assim tão bem executada. O passe saiu curto demais, o beque interceptou a bola, o artilheiro ficou a ver navios. A promessa anunciada em releases e entrevistas de contar a história de uma pessoa como qualquer outra, tentando viver uma vida normal com suas vacilações, angústias, alegrias, sonhos e projetos, não se concretiza de todo. Odara acaba sendo apenas a biografia de uma caricatura. A trama, as situações soam artificiais, tão superficiais quanto as relações que o protagonista trava com homens, mulheres, crianças, velhos, índios e filhinhos-da-mamãe. Talvez tenha sido essa a intenção do autor, construir uma alegoria em torno da vida de uma alegoria, pois apesar de um bom início, a construção do personagem vai perdendo a pegada, a “sustança”, como diria os sertanejos. Ora ele é ela, toda gostosinha namorando com um septuagenário animado, ora ela é ele, comendo a filha do septuagenário. Depois é ele e ela, a um só tempo, sendo explorado/a sexualmente por uma organização esquisitíssima, meio exército separatista meio máfia pornográfica, tão caricata quanto. E ainda vai parar no meio dos xavantes no norte do Mato Grosso. E os xavantes também acabam no meio dela. Ou dele. A verdade é que isso tudo não funcionou no romance, ficou tudo muito solto. Talvez fique melhor no cinema, numa dessas comédias brasileiras interpretadas por atores globais.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.2 / 24
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas46%
    • 2 estrelas17%
    • 1 estrelas4%
    Marcio Paschoal profile picture

    Marcio Paschoal

    Letrista, Poeta, Romancista, Redator, Revisor, Contista, Ensaísta, Crítico Musical e Biógrafo do cantor e compositor João Do Vale.

    9 Livros
    3 Seguidores
    RIO DE JANEIRO, BRASIL

    Marcio Paschoal