O livro traz uma leitura crítica às estruturas narrativas que concebem os patrimônios nacionais, em especial o caso Brasileiro. Utilizando-se da ideologia da perda, os historiadores “criam” o patrimônios nacionais, num processo que também pode ser entendido como contraditório, porque a perda também ocorre através de seus discursos (através da homogeneização das culturas e do passado). Terminologias como alegoria, objetificação, apropriação e autenticidade, extraídas de discursos extra-nacionais são aplicadas no contexto brasileiro, em especial na atuação de dois historiadores do SPHAN, Rodrigo Melo Franco de Andrade e Aloísio Magalhães, a fim de entender o processo de “brasilidade”.
A retórica da perda - os discursos do patrimônio cultural no Brasil
José Reginaldo Gonçalves
Editora UFRJ
2002
147 páginas
4h 54m
ISBN-10: 8571081638
Português Brasileiro
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