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    Vidas Novas -

    Luandino Vieira

    Editorial Caminho
    2007
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-13: 9789722118491
    Português Brasileiro
    4.1
    8 avaliações
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    Favoritos1Desejados17Avaliaram8

    "As estórias aqui reunidas são independentes umas das outras, mas, seja pela datação a elas aposta, seja por seus elos imagísticos e temáticos, formam uma espécie de sólido bloco narrativo, no qual cada novo conto amplia o(s) anterior(es), criando uma espécie de vórtice que impacta o imaginário do leitor, do princípio ao fim da obra. A invariante espacial, marca de Luandino, é dada pela cidade de Luanda e, nela, pelo cotidiano vivido nos seus musseques. Mais do que lugar de privação, estes se fazem um símbolo de união, cumplicidade e resistência nos tempos de guerra cobertos pelos textos. Dos musseques, o leitor é levado às prisões, nas quais corpos humanos, torturados e sangrantes, se iluminan pela luz da solidariedade e da confiança na construção do futuro. O escritor, que nos «põe as estórias», no melhor estilo da oralidade por ele reinventada e com perfeita consciência de seu labor estético, organiza, com uma linguagem revolucionária, a festa da esperança nos «tempos bons que vêm por aí». Tal festa se anuncia, sobretudo, no olhar sereno e confiante dos «heróis» cantados, mais do que contados nos textos. Por tudo isso, Vidas Novas é obra que vai muito além da contingência histórica na qual foi escrita. Ela nos ensina a ter fé na resistência do «fio da vida», semente sempre disposta a renascer." Laura Cavalcante Padilha (Professora da Universidade Federal Fluminense)

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    José Luandino Vieira profile picture

    José Luandino Vieira

    José Luandino Vieira, nascido José Vieira Mateus da Graça é um escritor angolano. Português de nascimento, passou a juventude em Luanda, onde concluiu os estudos secundários. Por combater nas forças do MPLA durante a Guerra Colonial, contribuindo para a criação da República Popular de Angola, adquiriu a cidadania angolana. Preso pela PIDE, pela primeira vez em 1959, acusado de ligações ao movimento independentista (Processo dos 50), acabaria condenado a catorze anos de prisão, em 1961. Antes disso a Sociedade Portuguesa de Autores, então presidida por Manuel da Fonseca, pretendera atribuir-lhe o Prémio Camilo Castelo Branco, pela seu livro "Luuanda". Essa acção fez com a PIDE/DGS levasse a cabo uma acção de desmantelamento da SPA. Luandino cumpriu a pena de prisão no Campo do Tarrafal, em Cabo Verde, regressando a Portugal em 1972, com residência vigiada em Lisboa. Em 1975 regressou a Angola onde ficou até 1992. Foi director da Televisão Popular de Angola, de 1975 a 1978, diretor do Departamento de Orientação Revolucionária do MPLA, até 1979 e diretor do Instituto Angolano de Cinema, de 1979 a 1984. Participou na fundação da União dos Escritores Angolanos, de que foi Secretário-Geral (1975-1980 e 1985-1992). Foi também Secretário-Geral Adjunto da Associação dos Escritores Afroasiáticos (1979-1984). Com o fiasco das primeiras eleições livres (em 1992) e o reinício da guerra civil, acabou radicado no Minho. Vive em isolamento na propriedade de um amigo, e passou a dedicar-se à agricultura. Em 2006 foi-lhe atribuído o Prémio Camões, o maior galardão literário para a língua portuguesa. Contudo, recusou o prémio alegando motivos íntimos e pessoais, segundo um comunicado de imprensa. Entrevistas posteriores, sobretudo ao Jornal de Letras, Artes & Ideias, esclareciam que o autor não aceitara o prémio por se considerar um escritor morto e, como tal, o Prémio deveria ser entregue a alguém que continuasse a produzir. Ainda assim publicou dois livros em 2006.

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    Vila Nova de Ourém, Portugal

    José Luandino Vieira