"O pior que pode acontecer"
A primeira década do século 21 foi marcada por tragédias ambientais em várias partes do mundo, como o furacão Katrina nos EUA (2005), tsunami na Indonésia em 2004, terremotos no Chile (2010) e Paquistão (2005), entre outras.
Muito se falou do aquecimento global potencializado por ações humanas e, nesse contexto, também foram feitas previsões para dramas iminentes, como o de tsunami provocado por desabamento de vulcão em ilha na costa africana (Las Palmas) atingindo o Brasil. A mídia explorou ao extremo, lembro bem...
A reportagem retornou aos dramas (com estatísticas e perspectivas), destacando sobretudo as intervenções humanas catalisando o aquecimento global.
Lendo hoje, é notório que uma das principais problemáticas sequer foi cogitada, a de pandemias, também por razões humanas. Seja na fragilidade de segurança em certos laboratórios de manipulação genética; seja por projetos ordinários de ganho de função na letalidade e resistência de microorganismos e vírus por si só altamente perigosos (descaradamente disfarçados nas pesquisas, mas por interesses militares, políticos e econômicos).
É na ignorância que o pior se fortalece...
"Clube do 110"
Dissertou sobre a longevidade, em estatísticas como pessoas que mais vivem e fatores associados (qualidade de vida em múltiplas áreas).
Observação importante foi a percepção de sociedade mais longeva na atualidade, obviamente pautada nos avanços para qualidade de vida.
Observação que faltou é que, por outro lado, essa nova sociedade está predisposta a surgimentos de gravidades que não existiam rotineiramente a poucas gerações, como o Alzheimer (potencializado pelo avançar dos anos, assunto tratado em outra Super), além de outras dinâmicas sócio-culturais (taí a reforma da previdência tornando o povo explorado como mão de obra-ativa o máximo possível).
Essas e outras na edição...