Outubro de 1987
Edição 1 da Super! A leitura foi um tanto cansativa, dei conferida em todas as páginas da edição digitalizada, destacando-se o perfil de Leonardo da Vinci (gênio que, segundo o texto, não cursou universidades), salve o coração (o coração artificial em estudo), borboletas (a natureza em sua beleza e peculiaridades), viagem à velocidade da luz (verdadeiro devaneio científico em fé à capacidade científica), o oitavo dia da criação (mais devaneios na capacidade da engenharia genética, de crer até na possibilidade de chipanzomem) e fio maravilha (revolução na engenharia tecnológica projetada a partir de umas tais pastilhas de cerâmica, que não se confirmou). Conferi estas e outras reportagens menores, como as da seção de notícias superinteressantes, onde o mais curioso foi uma investigação sobre as mortes de três homens por maquinário robô, em diferentes momentos. Estavam desligadas para avaliação e nos 3 casos ligaram misteriosamente, sobrando para os técnicos da manutenção. A conclusão foi de interferências eletromagnéticas afetando-as. Aí registro meus devaneios... Já ouviram falar de tecnologia em experimentação de implantação de chips em humanos para teóricas facilitações? Pois é, sai de mim! A leitura integral foi para: "A guerra sem fim" - sobre a guerra de Tróia na percepção de romantismo substituindo a realidade (um jogo de interesses amplamente usado através dos séculos) e origem na luta pela hegemonia nas rotas comerciais do mar Egeu e caminho para o Oriente. "Pode a ciência crer em Deus?" - E ainda perco tempo nessas leituras, crendo com firmeza em Deus... Mas é aquilo! A fé que a ciência (uma parte) condena no Criador é proporcional ou até maior como fé que também deposita em suas teorias, verdadeiro jogo de dados e especulações. Essas e outras na edição...




