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    Crônica da casa assassinada -

    Lúcio Cardoso

    Civilização Brasileira
    1973
    517 páginas
    17h 14m
    ISBN-10: 8520005098
    Português Brasileiro
    4
    58 avaliações
    Leram92Lendo8Querem72Relendo0Abandonos3Resenhas3
    Favoritos12Desejados72Avaliaram58

    Um dos mais importantes e densos romances da literatura brasileira dos 50, narra a saga dos Menezes, uma decadente família de fazendeiros das Minas Gerais. Movidos por fortes sentimentos de inveja, incesto, desamor e ambição, os Menezes devoram uns aos outros até a mais completa desintegração financeira e moral do clã.

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    Resenhas (3)Ver mais
    Rosélia Reis picture
    Rosélia Reis13/03/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Recomendo

    O livro narra a história atravéz de cartas dos membros da família, o que a princípio é um pouco chato, mas a medida que os fatos são narrados, eu comecei a conhecer as personagens e me envolver na trama. Uma história densa e envolvente, com traições, intrigas, enfim, um ótimo livro. Recomendo!

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 58
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas19%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas3%
    Joaquim Lúcio Cardoso Filho  profile picture

    Joaquim Lúcio Cardoso Filho

    Lúcio Cardoso nasceu em Curvelo, Minas Gerais, a 14 de agosto de 1912 e faleceu em 28 de setembro de 1968 no Rio de Janeiro Devido ao assunto de seu primeiro romance foi agrupado entre os regionalistas; entretanto, sua produção tem muito mais afinidade com o grupo "espiritualista" de Cornélio Pena, Schmidt, Otávio de Faria, Vinicius de Morais. Cardoso era mais ou menos abertamente homossexual, o que se traduziu na sua obra como mais uma instância particular do tema geral da redenção possível de uma humanidade ontologicamente pecaminosa, que ele compartilhou com todos os seus colegas de movimento. Em 1966 recebeu o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras, por conjunto de obra. Em um universo ontologicamente dilacerado, com uma prosa cuja poesia dá vazão ao desejo transgressivo, os personagens se desnudam em tensões recriadoras da objetividade do mundo. Ao lado de Clarice Lispector e Cornélio Pena, ele foi o principal nome do romance intimista brasileiro, e realizou, com Paulo César Saraceni, o primeiro longa-metragem do Cinema Novo, além de seus romances terem sido adaptados para as telas. Ao ter de abandonar a escrita por causa de um derrame cerebral, recusou o afastamento da criação, passando a pintar belos quadros, ainda que com os poucos movimentos que lhe restaram.

    25 Livros
    62 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Joaquim Lúcio Cardoso Filho