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    Nossos Clássicos 102: João Alphonsus - Ficção

    João Alphonsus

    Agir
    1971
    134 páginas
    4h 28m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
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    Antologia de João Alphonsus apresentada por João Etienne Filho.

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    João Alphonsus de Guimaraens profile picture

    João Alphonsus de Guimaraens

    João Alphonsus de Guimaraens (Conceição do Mato Dentro, 6 de abril de 1901 — Belo Horizonte, 24 de maio de 1944) foi um advogado, jornalista, contista e poeta modernista brasileiro. Era o terceiro filho do grande poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens.[1][2] Foi um dos nomes importantes do Modernismo e contemporâneo de Carlos Drummond de Andrade, Emílio Moura, Pedro Nava e outros que foram seus amigos no Diário de Minas. Iniciou seus estudos em Mariana e, aos 17 anos, se mudou para Belo Horizonte, onde se finalizou a graduação em Direito. Foi Promotor de Justiça e Procurador-Geral do Estado. Publicou seus primeiros poemas na revista Fon-Fon, em 1918. Em 1925, fundou a revista Verde em parceria com Antônio Mendes e outros companheiros. Influenciado pelo simbolismo, inicialmente escrevia somente poemas. Em contato com o modernismo, passou a escrever romances e contos, incorporando a fala coloquial e neologismos. Recebeu o prêmio Machado de Assis com o romance Totônio Pacheco, em 1934; o Prêmio da Academia Brasileira de Letras pelo romance Rola-Moça (1938); e quando publicou o romance Pesca da Baleia tornou-se membro da Academia. João Alphonsus, na expressão do poeta e amigo Drummond, criou "uma literatura humana, terrivelmente humana, miudamente, dolorosamente humana". Foi um dos maiores nomes da nossa literatura. João Alphonsus faleceu no Rio de Janeiro em 24 de maio de 1944, deixando sua esposa Esmeralda Vianna de Guimaraens e 03 filhos: João Alphonsus de Guimaraens Filho, Liliana Baeta Viana de Guimaraens e Fernão Baeta Vianna de Guimaraens.

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    Minas-Gerais, Brasil

    João Alphonsus de Guimaraens