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    Magia Prática - 10 Passos para a iniciação

    Franz Bardon

    Linhas Tortas
    2011
    322 páginas
    10h 44m
    ISBN-13: 9788598428192
    Português Brasileiro
    4.3
    89 avaliações
    Leram170Lendo95Querem297Relendo3Abandonos15Resenhas5
    Favoritos3Desejados297Avaliaram89

    "A Editora Linhas Tortas abre 2011 com uma das mais importantes obras sobre ocultismo já publicada: Magia Prática - 10 Passos para a Iniciação, de Franz Bardon, é um tesouro da magia hermética para quem busca a evolução e a compreensão dos mistérios da magia. A tradução de Eddie Van Feu procurou manter a essência do original alemão, permitindo assim não só uma melhor compreensão do leitor, mas também um aprendizado eficiente, pois Bardon era também um grande professor. "E Eddie uma grande adepta.

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    Resenhas (5)Ver mais
    Caio Lobo picture
    Caio Lobo25/11/2021Resenhou um livro
    1.5 (Ruim)

    Raso e sem raízes, não perca tempo. Crowley é 100x melhor.

    Tinha boa expectativa, mas foi em vão. Bardon apresenta um curso em 10 partes. Infelizmente Bardon não parece ter muito conhecimento em alguns assuntos tratados, principalmente no que diz respeito a tradição oriental, então ele faz uma salada de frutas de conceitos confusos. Quando fala de akasha demonstra total ignorância no que é o conceito, desconhecendo totalmente o samkhya védico. Mas até aí dá para ignorar e utilizar o significado novo que dá a um conceito antigo. O problema é que ele acaba levando a um lado material extremo o espiritual, não existe metafísica em seu sistema, é tudo temporal e espacial, baseado em quatro elementos mais akasha material. Bardon promete feitos incríveis, e até de tão mirabolantes são engraçados. Alguns métodos são também engraçados, como onde passar as mais diversas substâncias estranhas nos olhos ou ficar alisando a pele com escova. Bardon, como eu disse, conhece muito pouco sobre diversos temas, e sobre tradição conhece menos ainda. Acho que ele utilizou os mais diversos livros que tinha em mãos, de certo com pouca qualidade, e criou uma quimera esquisita. Mas Bardon é fruto de seu tempo, de cérebros danificados pela teosofia. Bardon vendeu um peixe que não pode saborear, pois não devia ter poder nenhum, dizer que tem não significa nada. Ele devia inventar tudo o que ele dizia que fazia, Crowley ao menos 1/3 do que dizia fazer deve de ter feito ao menos em relação a poder mágico... Mas tem algumas partes boas no livro, como alguns exercícios de relaxamento (que ele chama de meditação) e visualizações, mas nada que não encontre melhor em outras obras. Dizer que não havia acsso a obras na época para escrever bem uma obra de magia e misiticismo não é desculpa, pois Crowley e Guénon tinham conhecimentos admiráveis, até mais que a maioria dos estudantes do assunto hoje em dia. Crowley tem uma erudição em literatura e magia medieval e Guénon tinha exímio conhecimento em filosofia, tradições e metafísica, mas Bardon é só palpiteiro.

    10 curtidas

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    4.3 / 89
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