Terminar este livro sobre o levante dos cadetes de Realengo é como desenterrar um capítulo pouco lembrado, mas crucial, da turbulenta política brasileira pós-1ª Guerra Mundial. Entre tenentismo, revoltas oligárquicas e o descontentamento militar:
Por que esse episódio importa?
- O fermento do Tenentismo: O levante antecipa questões que explodiriam em 1922 (Revolta dos 18 do Forte) e 1924 (São Paulo), mostrando a insatisfação da jovem oficialidade com a República do "café-com-leite".
- A escola como microcosmo do Brasil: Os cadetes, muitos de origem média, rebelaram-se contra a estrutura arcaica do Exército e a corrupção do governo Epitácio Pessoa.
- O prenúncio de 1930: A semente da mudança que viria com Vargas foi plantada nesses anos de inquietação.