The author of the international bestseller A Suitable Boy returns with a powerful and deeply romantic tale of two gifted musicians. Michael Holme is a violinist, a member of the successful Maggiore Quartet. He has long been haunted, though, by memories of the pianist he loved and left ten years earlier, Julia McNicholl. Now Julia, married and the mother of a small child, unexpectedly reenters his life and the romance flares up once more. Against the magical backdrop of Venice and Vienna, the two lovers confront the truth about themselves and their love, about the music that both unites and divides them, and about a devastating secret that Julia must finally reveal. With poetic, evocative writing and a brilliant portrait of the international music scene, An Equal Music confirms Vikram Seth as one of the world's finest and most enticing writers.
An Equal Music - A novel
Vikram Seth
Eu me sinto meio dividida com relação a esse livro. A história meio que chama a atenção: um violinista encontra uma pianista por quem ele esteve perdidamente apaixonado quando era jovem e se apaixona novamente por ela. No entanto, ao contrário dele, ela seguiu em frente com a separação e construiu sua própria vida. Além do quê, ela parece estar escondendo dele um grande segredo. O começo do livro é ótimo. Aliás, as descrições em termos gerais são ótimas. Todas são muito ricas, cheias de vida, cheias de detalhes e tudo o mais, mas sem serem cansativas. Dá para ver que Vikram caprichou na pesquisa, correu atrás dos detalhes do estilo de vida que os músicos levam, da relação entre os integrantes de quartetos, de um pouco do processo de produção de um bom instrumento musical. Quem sabe bastante de música vai se sentir em casa com esse livro. O ruim: os protagonistas têm uma personalidade que beira ao insuportável. No começo do livro você meio que aceita que os dois tinham seus motivos, suas angústias, seus próprios problemas. O problema é que quando chegar mais ou menos na metade do livro, os dois parecem "se acomodar" e a história parece que não anda mais. Não chega nem a ser problema de "não existe lógica no que eles fazem". O problema é que eles se tornam extremamente planos e repetitivos. Quando você finalmente chega ao final do livro, você meio que dá graças aos deuses por ele não ter um final muito "feliz", porque, sinceramente, eles não mereceram. Outra reclamação: você acha que sofre lendo livros em inglês? Esse aqui tem um extra muito sádico: ele tem várias passagens em alemão. E mais: o autor sequer se preocupou em colocar notas de tradução, seja no rodapé do livro, seja ao final. Bom para quem sabe bem alemão, o que não é meu caso. Bem, o mérito do livro fica por conta do contexto e, por incrível que pareça, pelos personagens secundários.
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