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    Como a Água Que Corre -

    Marguerite Yourcenar

    Nova Fronteira
    1983
    278 páginas
    9h 16m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.8
    12 avaliações
    Leram21Lendo4Querem26Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos3Desejados26Avaliaram12

    Três novelas de Marguerite Yorcenar: "Anna, soror...", "Um Homem Obscuro" e "Uma Bela Matinée" (...) Mais uma vez, ao construir seus personagens e a trajetória de suas vidas, Yourcenar recorre - com extrema e concentrada perfeicao - à reconstrução histórica que faz de Memorias de Adriano e A Obra em Negro dois dos mais importantes romances contemporâneos. "Um romance que trata da passagem gradual da tirania dos costumes e da obediência à família para a ditadura dos afectos e dos sentidos..."

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    Cintia Daflon picture
    Cintia Daflon24/02/2018Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Três novelas

    Narrativa agradável e fluida. Os temas abordados não me cativaram tanto, mas a prosa é envolvente. Na primeira novela "Ana, soror..." conta a história do amor incestuoso de dois irmãos, a segunda novela "Um Homem obscuro" relata a vida de um homem comum, pobre e com pouca sorte com as mulheres e que acabe por viver muitas aventuras como marinheiro e que tem um fim inusitado... poético talvez... A terceira novela, supercurta, se origina da anterior e conta um trecho da vida do filho que o personagem de Um Homem Obscuro deixa entregue a própria sorte e como ele se junta a uma trupe de teatro. Essas histórias provém dos primeiros escritos de Marguerite Yourcenar, quando tinha 20 anos e precisaram serem melhor lapidadas antes de publicadas. Ainda trazem um pouco da inexperiência da autora quando jovem.

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    Avaliações

    3.8 / 12
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas42%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%
    Marguerite Cleenewerck de Crayencour profile picture

    Marguerite Cleenewerck de Crayencour

    Marguerite Yourcenar, pseudônimo de Marguerite Cleenewerck de Crayencour (anagrama de Yourcenar), foi uma escritora belga de língua francesa. Foi a primeira mulher eleita à Academia Francesa de Letras em 1980, após uma campanha e apoio activos de Jean d'Ormesson, que escreveu o discurso de sua admissão. Foi educada de forma privada e de maneira excepcional: lia Jean Racine com oito anos de idade, e seu pai ensinou-lhe o latim aos oito anos e grego aos doze. Em 1939 mudou-se para os Estados Unidos, onde passou o resto de sua vida, obtendo a cidadania estado-unidense em 1947 e ensinando literatura francesa até 1949. As suas Mémoires d´Hadrien (Memórias de Adriano), de 1951, tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Œuvre au Noir (A Obra em Negro, 1968), uma biografia de um herói do século XVI, chamado Zénon, atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atracção pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou La vision du vide (1981) e Comme l´eau qui coule (1982).

    45 Livros
    75 Seguidores

    Marguerite Cleenewerck de Crayencour