Frankenstein: Romantismo, Filosofia e Ciência ao fim do século XVIII e início do XIX. ("Para ser imortal, uma obra precisa ter tantas qualidades que não é fácil encontrar alguém capaz de compreender e valorizar todas" --- Schopenhauer). O presente trabalho tem o intuito de analisar o romance Frankenstein, de Mary Shelley, como um objeto histórico que configura uma expressão de seu tempo. Colocando-o sob o prisma do Romantismo e das transformações nas visões de mundo do final do século XVIII e início do XIX, traçando a evolução nas mudanças de paradigmas estéticos, filosóficos e científicos que culminaram nas diferentes cosmovisões existentes no período em que foi escrita a obra, o trabalho irá mostrar a reflexão e a crítica social presente no livro A crítica romântica ao cientificismo sem moral nem ética dos racionalistas/mecanicistas, na busca do saber e do progresso da Humanidade. ==== http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/21350/000737136.pdf?sequence=1
FRANKENSTEIN: Romantismo, Filosofia e Ciência -
Guilherme Galvão de Figueiredo
Ufrgs
2009
36 páginas
1h 12m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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