Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores100
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A MENTE SEM MEDO -

    Krishnamurti

    Cultrix
    1964
    92 páginas
    3h 4m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    13 avaliações
    Leram24Lendo8Querem64Relendo1Abandonos3Resenhas1
    Favoritos3Desejados64Avaliaram13

    A exemplo dos demais livros de Krishnamurti, A MENTE SEM MEDO, ora apresentada ao leitor de língua portuguesa em edição revista e melhorada, reúne o texto integral das palestras realizadas pelo grande pensador indiano em 1964 em Saanen, Suíça. O texto escrito logra captar a limpidez e o vigor da exposição oral, transmitindo com fidelidade, àqueles que não tiveram o privilégio de ouvir pessoalmente Krishnamurti, a essência do seu pensamento, tão uno e ao mesmo tempo tão rico de mattizes. As palestras aqui reunidas giram em torno de conceitos fundamentais do pensamento krishnamurtiano, conceitos esses que dão títulos ao diversos capitulos do livro. Entre outros: o que é aprender; comuniação e comunhão; a compreensão do medo; a totalidade da vida; a mente iluminada etc.

    Resenhas (1)Ver mais
    Carla Parreira picture
    Carla Parreira29/11/2023Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    A Mente sem medo (Krishnamurti)... Melhores trechos: "...O importante é perceber que a mente em que há conflito é uma mente destrutiva, porque está sempre a deteriorar-se. A deterioração não depende de nenhuma idade: ela se manifesta quando a mente se acha en­ volvida em conflito e tem muitos problemas não solucionados. O conflito é o núcleo da deterioração e da decadência. Não sei se percebeis a verdade dessa asserção. Se a percebeis, então o pro­blema é de como resolver o conflito. Mas, primeiramente, é ne­ cessário a pessoa perceber por si própria que a mente que tem qualquer espécie de problema, em qualquer nível e de qualquer duração que seja, é incapaz de pensar com clareza, de ver as coi­sas como são — brutalmente, impiedosamente, sem sentimentalismos nem autocompaixão... Desde o começo dos tempos, sempre quisemos segurança — segurança em nosso trabalho, em nossos pensamentos e sentimentos, em nossas crenças e nossos deuses, em nossa nação, em nossa família, em nossos haveres. É por isso que a memória, a tradição, o fundo do passado, exercem tão importante papel em nossa vida. Não se trata de saber como ficar livre de meu condiciona­ mento, porém, sim, de estar em comunhão com ele de instante em instante. Posso então olhar o desejo de segurança sem convertê-lo num problema... Pois bem; uma vez estejais em comunhão com o desejo que vos impele a buscar a segurança, percebendo ser esse desejo o criador da contradição (já que nada ou ninguém neste mundo pode estar em segurança); desde que o descubrais individualmente, e não mediante instrução de outrem, e após a solução do problema, ver-vos-ei fora do campo da contradição e, portanto, livre do medo... Para compreenderdes o sofrimento, deveis aplicar-lhe toda a aten­ ção, e nesta atenção não há lugar para escusas, para sentimento, racionalização, não há lugar para nenhuma espécie de comiseração própria. Suponho estar sendo bem claro ao ressaltar a necessidade de darmos inteira atenção ao sofrimento. Nessa atenção, não há es­forço para resolvê-lo ou compreendê-lo. A pessoa só está olhando, observando. Todo esforço para compreender, racionalizar ou fugir, impede aquele estado imparcial de completa atenção, no qual pode ser compreendida essa coisa chamada sofrimento... O sofrimento só se conserva ao fugirmos dele, ao de­sejarmos evitá-lo ou divinizá-lo. Mas, quando não houver nada disso, porque a mente estará em direto contato com o sofrimento e, por conseguinte, completamente silenciosa em relação a ele, descobrireis, então, que ela dele se libertou. Desde que estejamos em direto contato com o penar, este fato, por si só, dissolve todos os fatores que o produzem, inerentes ao tempo e ao pensamento. E, assim, cessa de todo o sofrer..."

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 13
    • 5 estrelas46%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas8%
    Jiddu Krishnamurti profile picture

    Jiddu Krishnamurti

    Jiddu Krishnamurti nasceu na Índia em 1895. Com a idade de 13 anos passou a ser educado pela Sociedade Teosófica, que o considerava um dos grandes Mestres do mundo. Krishnamurti em breve viria a emergir como um Mestre extraordinário e inteiramente descomprometido. As suas palestras e escritos não se ligam a nenhuma religião específica nem pertencem ao Oriente ou ao Ocidente, mas sim ao mundo na sua globalidade: "Afirmo que a Verdade é uma terra sem caminho. O homem não pode atingi-la por intermédio de nenhuma organização, de nenhum credo (...) Tem de encontrá-la através do espelho do relacionamento, através da compreensão dos conteúdos da sua própria mente, através da observação. (...)" Durante o resto da sua existência, foi rejeitando insistentemente o estatuto de guia espiritual que alguns tentaram atribuir-lhe. Continuou a atrair grandes audiências por todo o mundo, mas recusando qualquer autoridade, não aceitando discípulos e falando sempre como se fosse de pessoa a pessoa. O cerne do seu ensinamento consiste na afirmação de que a necessária e urgente mudança fundamental da sociedade só pode acontecer através da transformação da consciência individual. A necessidade do autoconhecimento e da compreensão das influências restritivas e separativas das religiões organizadas, dos nacionalismos e de outros condicionamentos, foram por ele constantemente realçadas. K. chamou sempre a atenção para a necessidade urgente de um aprofundamento da consciência, para esse "vasto espaço que existe no cérebro onde há inimaginável energia". Essa energia parece ter sido a origem da sua própria criatividade e também a chave para o seu impacto catalítico numa tão grande e variada quantidade de pessoas. A Educação foi sempre uma das preocupações de Krishnamurti. Fundou várias Escolas em diferentes partes do mundo onde crianças, jovens e adultos podem aprender juntos a viver um quotidiano de compreensão da sua relação com o mundo e com os outros seres humanos, de descondicionamento e de florescimento interior. Durante sua vida, K. viajou por todo o mundo falando às pessoas, tendo falecido em 1986, com a idade 90 anos. As suas palestras e diálogos, diários e outros escritos estão reunidos em mais de 60 livros.

    64 Livros
    86 Seguidores
    Madanapalle, Índia

    Jiddu Krishnamurti