Lifestories - Finding God's "Voice of truth" through everyday life

    Mark Hall

    Provident books
    2006
    228 páginas
    7h 36m
    ISBN-10: 1558970029

    Mark Hall, lead singer and songwriter for the Grammy-Award winning group Casting Crowns, has an uncanny ability to hear God's "voice of truth" speaking through the lives of the people he comes into contact with both as a best-selling artist and as a full-time youth pastor at Eagle's Landing First Baptist Church in McDonough, Georgia. LIFESTORIES tells of the people and events behind the songs of Casting Crowns and in the process teaches us all to be more attentive to the "voice of truth" that is speaking softly through the people and situations God has placed in our own lives. Features the stories behind such well-known songs as If We Are The Body, Voice of Truth, Who Am I, Lifesong, Praise You In The Storm, American Dream, Here I Go Again, Does Anybody Hear Her?, Love Them Like Jesus, and more.

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    Cíntia Mara de Castro Ribeiro picture
    Cíntia Mara de Castro Ribeiro23/05/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Pra morrer de chorar

    Sempre gostei de saber o que há por trás de uma música, um livro, um filme. Lifestories fala sobre isso: A criação de cada uma das músicas dos CDs Casting Crowns e Lifesong. Quem ou o que inspirou as letras, quem ajudou, como decidiram os arranjos que seriam melhores, o que aconteceu no meio do caminho, o que mudou; não tem uma fórmula, cada capítulo era diferente. Gostei tanto que cogitei escrever uma resenha pra cada capítulo; acabei fazendo “mini resenhas” no histórico, então recomendo que leiam lá também (só perdoem os erros de português, por favor, porque há alguns bem feios #shameonme). Os capítulos de que mais gostei foram os das músicas que mais gosto – Praise you in this storm e Stained glass masquerade. Chorei em várias partes, algumas histórias me marcaram bastante. A de Praise you in this storm foi a mais tocante, a ponto da pessoa ao meu lado no ônibus ficar “pescoçando” pra saber porque eu não parava de chorar. Os capítulos de Here I go again, Who am I? e What if his people prayed também me marcaram muito. Who am I? virou trilha sonora do meu livro favorito. Mas o que eu mais gosto mesmo é da honestidade do Mark ao se expor. Sabe aquela parte meio ignorada da Bíblia onde Paulo fala sobre “gloriar-se em suas próprias fraquezas”? Não conheço ninguém que leve isso tão a sério quanto ele. Super Santos, me perdoem pela franqueza, mas eu não quero saber que vocês nunca pensaram em desistir diante de uma dificuldade ou que nunca cederam a uma tentação. Ok, tem muita gente que se inspira com esses exemplos de vida, mas comigo não funciona. Quero saber de gente igual a mim: gente que faz burrada e se arrepende em seguida (ou não. Quem disse que é sempre fácil se arrepender?); gente que, às vezes, se acha menos importante que o micróbio do cocô do cavalo do bandido; gente que tem dúvidas. Se eu fizesse uma lista de “pessoas que admiro”, Mark estaria entre os primeiros lugares (sinceramente? Empatado com a Robin em primeiro, provavelmente #puxosacomesmo). Ele não tem vergonha de confessar que já deixou um amigo morrer porque não queria lhe telefonar, pois sabe que pode levar alguém a pegar o telefone e salvar uma vida (confesso: Essa doeu!). Não tem medo de contar que é disléxico e repetiu Álgebra três vezes na faculdade, pedir desculpas depois de cometer um erro no Twitter ou reconhecer que foi descuidado ao postar no Facebook uma foto fantasiado no dia de Halloween sabendo que muita gente poderia criticá-lo (nem de ser sarcástico no meio disso tudo). E eu não tenho dúvidas de que Deus o abençoa e uma prova disso é dada cada vez que ele conta (no livro) que não usa papel e caneta ou computador pra compor suas músicas; fica tudo na cabeça, até que o encarte do CD seja impresso. Sim, ele é disléxico e compõe de cabeça, mesmo que algumas músicas levem décadas para serem concluídas. (Aliás, só ressaltando que, ao contrário do que eu já li por aí, ele não foi curado e faz questão de dizer isso.) Enfim, amei o livro e já estou doida para ler os outros dois – Your own Jesus, cujos capítulos têm trechos de músicas do CD The altar and the door ♥, e The well, que certamente tem alguma relação com o Come to the well. Leitura obrigatória para quem curte as músicas, mas recomendado também para quem gosta de histórias e testemunhos reais. Só não se esqueça da caixa de lenços! -- www.cintiamcr.com.br

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