Maria da Glória jamais levou a sério esta coisa interessante e caprichosa de que escarnecia, rindo, gargalhando na triste expressão de seu sentimentalismo doentio: VIDA! Que és tu, Vida? Sarcasmo, ironia, sofrimento, covardia, ciúme da grandeza do mundo? A pobre Maria da Glória, desventurada como tantas, mal sabia que a vida era o presente mais significativo que Deus pudera dar-lhe.
