Esta é uma obra magistral dos grandes clarividentes da Sociedade Teosófica Charles Leabeater e Annie Besant. Trata-se de um estudo clarividente das reencarnações do venerável mestre Alcyone (Alcione ou Alcion), em cuja última encarnação se chamou Jiddu Krishnamurti. Acompanhar por mais de 70 mil anos a trajetória fantástica de um espírito e de sua família espiritual é um feito inédito na literatura de resgate de vidas passadas. As 48 encarnações daquele que foi, no século 20, Krishnamurthi são relatos autênticos que Leadbeater e Besant, dois dos mais famosos membros teosóficos, leram nos indestrutíveis Registros Akáshicos (arquivos astrais ou memórias da natureza). Aventuras perigosas, histórias românticas, gestos heróicos, lutas contra a magia negra e resgates pungentes, transcorridos em cinco continentes, conduzem Alcyone à sua trajetória de crescimento interior e amadurecimento espiritual. Reencarnando entre atlantes, civilizações perdidas da América, sacerdotes da Luz e canibais selvagens remanescentes da magia lemuriana e das primeiras raças planetárias, sábios, letrados e soldados, em corpos masculinos e femininos, a personagem central deste livro faz desfilar diante de nós o panorama de dezenas de civilizações ancestrais. Alcyone participa de cultos e crenças dos mais variados povos, vê surgirem religiões, renasce como primo de Zoroastro e o auxilia em sua doutrina, torna-se seguidor do Buda Sakyamuni e o acompanha, antes de tornar-se discípulo aceito de seu mestre, no século 20. A seu lado, quase sempre estão grandes seres que viriam a ser mestres levantados de sabedoria no século 20, como Samael Aun Weor (citado como o Rei Corona, segundo estudos gnósticos), além de Leabeater e Besant. Mas o atrativo maior desta obra é constituir-se no único registro conhecido e detalhado da formação da Raça Ária, a quinta raça planetária. Com Alcyone, acompanhamos a Raça Ária passo a passo, desde seus primórdios, quando o Dirigente da Raça escolheu seus primeiros componentes, de origem atlante, e os foi selecionando século após século, aprimorando-os genética, espiritual e materialmente, até conduzi-los em migrações épicas para a Ásia, a Índia, de onde os ários se derramaram pelo Irã, Ásia Menor e Grécia, e chegaram à Europa, seu maior território de ação. É a nossa própria história, o nascimento da civilização atual, que reconheceremos nesta epopeia fascinante, sem paralelo na literatura ocultista.

