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    The Machine Stops -

    E. M. Forster

    Penguin Modern Classics
    2011
    96 páginas
    3h 12m
    ISBN-13: 9780141195988
    4.1
    38 avaliações
    Leram65Lendo0Querem22Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos2Desejados22Avaliaram38

    '"You talk as if a god had made the Machine," cried the other. "I believe that you pray to it when you are unhappy. Men made it, do not forget that."' E.M. Forster is best known for his exquisite novels, but these two affecting short stories brilliantly combine the fantastical with the allegorical. In 'The Machine Stops', humanity has isolated itself beneath the ground, enmeshed in automated comforts, and in 'The Celestial Omnibus' a young boy takes a trip his parents believe impossible. This book contains The Machine Stops and A Celestial Omnibus.

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    Usuário excluído picture
    Usuário excluído30/04/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    The Machine Stops

    "Imagine, if you can, a small room, hexagonal in shape, like the cell of a bee. It is lighted neither by window nor by lamp, yet it is filled with a soft radiance. There are no apertures for ventilation, yet the air is fresh. There are no musical instruments, and yet, at the moment that my meditation opens, this room is throbbing with melodious sounds. An armchair is in the centre, by its side a reading-desk--that is all the furniture. And in the armchair there sits a swaddled lump of flesh--a woman, about five feet high, with a face as white as a fungus. It is to her that the little room belongs." Em The Machine Stops, E. M. Forster dá início às movimentações da escrita distópica -- não afirmo que não existiam obras semelhantes antes -- contudo, o autor inaugura um movimento que se consolida em títulos como We, Brave New World e Nineteen Eighty-Four. É uma obra extremamente atual, cujo conteúdo atravessa diversas camadas, remetendo a outros trabalhos, como A Metamorfose, de Kafka, que também apresenta um quarto e suas implicações. Além disso, o livro aborda temas extremamente relevantes, como alienação, controle, privação e padronização. No entanto, o que mais me chamou atenção foi o endeusamento da máquina -- as atribuições religiosas que ela recebe ao longo da narrativa. Kuno, a figura subversiva, oferece ao leitor a esperança necessária para romper o isolamento e furar a bolha.

    9 curtidas

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    Avaliações

    4.1 / 38
    • 5 estrelas34%
    • 4 estrelas32%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%
    Edward Morgan Forster profile picture

    Edward Morgan Forster

    Edward Morgan Forster, geralmente publicado como E.M. Forster, era um romancista, ensaísta e escritor de contos. Ele é mais conhecido por seus romances irônicos e bem planejados que examinam a diferença de classe e a hipocrisia na sociedade britânica do início do século XX. Seu impulso humanista em direção à compreensão e à simpatia pode ser apropriadamente resumido na epígrafe de seu romance de 1910 Howards End: "Conecte-se somente" ("Only connect"). Ele teve cinco romances publicados em sua vida, alcançando seu maior sucesso com A Passage to India (1924), que tem como tema a relação entre Oriente e Ocidente, visto através das lentes da Índia nos últimos dias do Raj britânico. As opiniões de Forster como um humanista secular estão no centro de seu trabalho, que muitas vezes retrata a busca de conexões pessoais, apesar das restrições da sociedade contemporânea. Ele é conhecido por seu uso do simbolismo como técnica em seus romances, e tem sido criticado por seu apego ao misticismo. Seus outros trabalhos incluem Where Angels Fear To Tread (1905), A Viagem Mais Longa (1907), A Room with a View (1908) e Maurice (1971), romance publicado postumamente.

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    Edward Morgan Forster