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    Anna Kariênina -

    Leon Tolstói

    Cosac Naify
    2005
    816 páginas
    1d 3h 12m
    ISBN-10: 8575034731
    Português Brasileiro
    4.5
    10478 avaliações
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    Liev Tolstói escreveu Anna Kariênina entre 1873 e 1877, prestes a completar 45 anos. Depois de escrever o romance Guerra e paz , entre 1863 e 1869, dedicara-se aos afazeres agrícolas, além de fundar escolas, elaborar e difundir teorias e técnicas pedagógicas polêmicas e estudar o grego com afinco. Ao mesmo tempo, foi acumulando uma impressionante quantidade de informações sobre o tsar Pedro, o Grande. Seu intuito era escrever um romance sobre a época em que Pedro I foi o imperador da Rússia. Após tentativas obstinadas, Tolstói desistiu do projeto. Por outro lado, nutria a ideia de fazer um relato sobre uma mulher adúltera, da alta sociedade. Durante um tempo, estes dois temas levaram vidas independentes em seu pensamento. Quando a imaginação os uniu, Anna Kariênina começou a nascer. Em janeiro de 1875, a revista Mensageiro russo publicou os primeiros catorze capítulos de Anna Kariênina. Tolstói distribuiu ao longo do livro os temas que o inquietavam, discutidos pelos personagens - a guerra da Sérvia, a administração agrícola, o regime da propriedade da terra, a relação com os trabalhadores, a decadência da nobreza, a educação das crianças, o casamento, a religião, o serviço militar compulsório, as teorias de Spencer, Lasalle, Darwin e Schopenhauer. Estruturado em paralelismos, o livro se articula por meio de contrates - a cidade e o campo; as duas capitais da Rússia (Moscou e São Petersburgo); a alta sociedade e a vida dos mujiques; o intelectual e o homem prático, etc. O tema é descentralizado a cada novo episódio. Os dois principais personagens, Liévin e Anna, só se encontram uma vez, em toda a longa narrativa. Mas nem por isso estão menos ligados, pois a situação de um permanece constantemente referida à situação do outro. Anna viaja a Moscou para tentar salvar o casamento em crise de seu irmão. Consegue ajudá-lo, mas acaba pondo a perder o seu próprio, apaixonando-se por um aristocrático militar por quem larga o marido e o filho pequeno. Liévin, um rico e jovem proprietário de terras rurais, vive às voltas com problemas de conflitos de classe de seus lavradores e questionamentos existenciais profundos. Nesta tradução, Rubens Figueiredo busca preservar ao máximo os traços do original russo. Frases longas foram mantidas em sua integridade, assim como a frequente repetição das palavras. Além das notas de rodapé, elaboradas pelo tradutor, este volume conta com uma árvore genealógica dos principais núcleos familiares e uma lista completa de personagens, que facilitarão muito a leitura deste grande clássico.

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    Resenhas (1471)Ver mais
    Cristina Lasaitis picture
    Cristina Lasaitis01/05/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    http://cristinalasaitis.wordpress.com/2009/04/29/leituras-abril2009/ Conhece a biografia do Tolstói? Não? Eu tenho a impressão que depois de passar uns minutinhos consultando a wikipedia você vai sentir um influxo de respeito cada vez que se deparar com a música deste nome: Tols..tói. Deixando de lado as ideias revolucionárias, as atitudes inusitadas e o romantismo quixotesco que cerca a sua morte quase heróica, para entender por que Tolstói é considerado um dos grandes escritores da literatura mundial, só lendo. O exemplar que li (velhinho e ao mesmo tempo virgem) comprei a 15 mangos num sebo. É uma tradução portuguesa da tradução francesa do original russo, ou seja, tem muito pouco de Tolstói de facto. E apesar do telégrafo sem fio passando por terras francesas e lusitanas, o romance me soou perfeitamente belo e brutal. Imagino como deve estar boa essa edição nova da editora Cosac Naify (capa acima), traduzida para o português brasileiro diretamente do russo. Fui ler Anna Karenina de tanto que foi recomendada por um professor meu. Fisgou minha atenção o fato da obra ser praticamente um tratado sobre o amor em todas as suas formas, cores e fases, abordado com uma delicadeza que me deixou boquiaberta. As cenas em que o amor acomete os personagens são mágicas, há desde o encantamento da paixão à primeira vista, o amor-babão, o amor-devoção, o ciúme, o amor autodestrutivo O romance é praticamente uma novela, no sentido telenovelesco do termo (mas sem a ingenuidade implícita). Existem vários núcleos dramáticos entrelaçados. Anna Karenina não é exatamente uma protagonista, ela divide a cena com uma dúzia de personagens principais, e a cada momento da narrativa um deles é colocado sob o holofote para que seu drama seja dissecado até a última frestinha da alma. Impressionante é a habilidade com a qual autor comunica a tensão de cada cena. A descrição da agonia de um homem morrendo de tuberculose, por exemplo, me deixou paralisada no meio do metrô de São Paulo, idem para a narração de um parto que só faltou me fazer gemer. É bem o tipo de narrativa que transporta o leitor para outro mundo. Liev Tolstói transportou a si mesmo para o romance na forma de um personagem (não vou dizer qual é, mas quem ler vai identificar fácil), que dá vazão às suas ideias pessoais (e incomuns para a época) em relação a política, religião, convívio em sociedade, entre outras coisas. Ele consegue pintar um quadro perfeito da vida burguesa na Rússia czarista, criticando-a não com palavras diretas, mas com a retratação desconcertante de uma alta sociedade frívola, ociosa, entediada, artificial e profundamente blasé. E tem mais: nunca vi outro escritor do sexo masculino com uma sensibilidade tão aflorada, afiada e potente quanto a de Tolstói. Me deixou sem palavras! Para ele rasgo todas as sedas, os veludos, as rendas, e também as musselinas e os brocados

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    Liev Tolstói

    É considerado um dos maiores escritores de todos os tempos. Além de sua fama como escritor, Tolstoi ficou famoso por tornar-se, na velhice, um pacifista, cujos textos e ideias batiam de frente com as igrejas e governos, pregando uma vida simples e em proximidade à natureza. <br> Junto a Fiódor Dostoiévski, Gorki e Tchecov, Tolstói foi um dos grandes da literatura russa do século XIX. Suas obras mais famosas são Guerra e Paz, sobre as campanhas de Napoleão na Rússia, e Anna Karenina, onde denuncia o ambiente hipócrita da época e realiza um dos retratos femininos mais profundos e sugestivos da Literatura. Morreu aos 82 anos, de pneumonia, durante uma fuga de sua casa, buscando viver uma vida simples.

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    Rússia, Império Russo

    Liev Tolstói