Trilhos na Selva - O Dia a Dia Dos Trabalhadores da Ferrovia Madeira-mamoré

    Gary Neeleman, Rose Neeleman

    BEI
    2011
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9788578500702
    Português Brasileiro

    Trilhos na selva conta a história da construção da ferrovia Madeira-Mamoré e o dia a dia de quem a construiu. Uma descoberta casual de dois pesquisadores norte-americanos trouxe uma nova luz sobre a vida dos funcionários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, construída na Amazônia entre 1907 e 1912 e apelidada, por causa ao alto número de mortes de trabalhadores, de “ferrovia do diabo” ou “ferrovia da morte”. Estudando a presença de ex-confederados no Brasil, Gary e Rose Neeleman tiveram acesso aos pertences de um imigrante norte-americano que trabalhara na estrada de ferro. Entre eles havia algo de precioso: fotos inéditas e exemplares do jornal The Porto Velho Marconigram, escrito e editado por funcionários americanos da ferrovia. Até então, o único material iconográfico disponível sobre o assunto era o conjunto de fotografias do nova-yorkino Dana Merrill, abrigadas no Museu Paulista da Universidade de São Paulo e em um álbum montado pelo próprio fotógrafo e preservado na Biblioteca de Nova York. As fotografias reunidas em Trilhos na selva: O dia a dia dos trabalhadores da ferrovia Madeira-Mamoré são, em sua grande maioria, de Merrill --além de reproduções de imagens já conhecidas, há versões com pequenas variações delas e outras inéditas. O livro traz ainda reproduções das páginas do Marconigram, e destaca os poemas – alguns de surpreendente qualidade – nele publicados. A partir desse material, os autores traçam um painel comovente e profundamente humano da vida cotidiana de personagens que, lançados no coração da floresta, participaram de uma das mais dramáticas aventuras da história contemporânea.

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    Amapá e Amazônia24/04/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um dos mais dramáticos episódios da história brasileira, a construção da Ferro via Madeira-Mamoré foi amplamente registrada pelo fotógrafo Dana Merrill. Grande parte de suas imagens se perdeu; as reminiscentes estão no Museu Paulista da Universidade de São Paulo e em álbum montado pelo próprio Merril, preserved na Biblioteca de Nova Yor. Os pesquisadores Gary e Rose Neeleman, porém, tiveram acesso aos pertences de um imigrante norte-americano que trabalhara na estrada de ferro.Entre eles havia algo de precioso: várias fotos de Merril (tanto versões de imagens conhecidas como fotos inéditas), outras de autor anônimo e ainda exemplares do Jornal The Porto Velho Marconigram, escrito e editado por funcionários americanos da ferrovia. Trilhos na Selva apresenta esse material e a partir dele reconstrói o dia a dia – com suas grandes dificuldades e pequenas alegrias – daqueles que se lançaram a uma aventura trágica no coração da Floresta Amazônica. ANA SOPHIA

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