No leito de morte, a mãe de Will Klein lhe faz uma revelação: seu irmão mais velho, Ken, desaparecido há 11 anos e acusado do assassinato de sua vizinha Julie Miller, estaria vivo. Embora a polícia o considere um fugitivo, a família sempre acreditou em sua inocência. Ainda aturdido por essa descoberta e tentando entender o que realmente aconteceu com seu irmão, Will se depara com outro mistério: Sheila, seu grande amor, some de repente, e o FBI suspeita do envolvimento dela no assassinato de dois homens. Apesar de estarem juntos há quase um ano, Sheila nunca revelou muito sobre o seu passado. Enquanto isso, Philip McGuane e John Asselta, dois criminosos que foram amigos de infância de Ken, passam inexplicavelmente a rondar a vida de Will. Para descobrir a verdade por trás desses acontecimentos, ele conta apenas com a ajuda de Squares - seu colega de trabalho em uma fundação de assistência a jovens carentes e proprietário de uma escola de ioga famosa entre as celebridades, o que lhe garante acesso a todo tipo de pessoas e de informações. Mestre do thriller de ação, Harlan Coben se supera nesta eletrizante história cheia de incríveis reviravoltas. Um suspense que mostra a busca pelo assassino, pela vítima e, acima de tudo, pela verdade.
Desaparecido para sempre -
Harlan Coben
O DOM
Antes de mais nada, abaixe essa pedra que você pensou em me tacar quando viu que eu dei quatro estrelas pro Mestre Coben ( quatro estrelas prum mestre é quase uma agressão.) Agora respira...calma...lá vai: Estamos falando de Harlan Coben, o mestre da ação e das reviravoltas, certo? Ponto para o segundo quesito, aliás, dois pontos, cem! Esse foi sem dúvida o livro do Coben com a trama mais incrível que eu já li. Em alguns outros títulos, eu fui testemunha (como muita gente) de que Harlan se agarra em alguns "milagres divinos" para amarrar alguns fios soltos...e consegue muito bem, tipo aquelas crianças que passam de ano na recuperação em três matérias. Mas em "desaparecido para sempre", o bicho deixou tudo explicadinho, tim-tim por tim-tim e com nexo. Incrível, fantástico e extraordinário. Do meio do livro em diante a gente fica quase doido. ( Eu cheguei a ler alguns trechos de pé e andando pela casa) Ah...mas peralá! Existe a outra metade, mas conhecida como "início" e foi aí que Coben perdeu o ponto do primeiro quesito - Ação. Apesar dos diálogos ácidos e firmes que Coben tradicionalmente imprime, a primeira metade do livro divaga...e divaga...e divaga...e vem aquela quase desistência. Se eu não conhecesse sua obra eu teria desistido. IMPORTANTE: Se você nunca leu Coben, não comece por aqui. Leia "A promessa", ou "Não conte a ninguém". Faltou aquele ritmo frenético, aquela coisa rápida, aquelas questões já de cara e aqueles desfechos de capítulos que fazem você pensar "foda-se que amanhã eu tenho que acordar cedo". Calma...eu ainda não acabei...não precisa largar a pedra, eu já vou falar dela. O livro é imperdível. Uma obra-prima. Ou melhor, o livro não. A estória sim. Porque livro é aquela coisa física que nós compramos e levamos para casa para ler e depois de feito, colorir nossas adoradas prateleiras. Mas quando falamos em colorir, não estamos nos referindo a transforma-la numa alegoria de carnaval. Portanto, observem essa capa inacreditável ( sim, estou sendo irônico) e imaginem que vocês escreveram um livro e aí algum cretino APROVA esta merda de capa para ser o convite à leitura daquilo que você gerou. Imaginou? Pois bem, voltemos a pedra...deixe ela no chão. Ache uma maior. Agora vá até a ARX EDITORA e lasque ela na testa do infeliz que fez isso. Beijos e inté!
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