"Project Pope", 1981. Se o primeiro volume de Projecto Papa contém uma das melhores descrições do que poderia ser uma sociedade de autómatos - não de simples robots, concebidos para executar as ordens programadas pelos construtores, mas de verdadeiros seres mecânicos pensantes - o segundo, como se verá, vai muito mais longe, lançando-se em domínios nunca aprofundados pela ficção-científica -, mesmo pelo próprio Clifford D. Simak. Eis o começo do segundo volume de Projecto Papa:

