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    Tesão por Pés - A realidade de um gosto excêntrico -

    Giuliano Moretti

    Gráfica e Editora Venezuela Ltda
    1999
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-10: 8590095916
    Português Brasileiro
    3
    2 avaliações
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    Tesão por Pés - A Realidade de um Gosto Excêntrico é uma literatura totalmente inédita na linha editorial brasileira. Lançado em 1999, o livro já vendeu mais de 7.000 exemplares em todo o mundo, um número expressivo em se tratando de uma obra independente. A obra abrange o assunto do fetichismo dos pés em todos os seus aspectos, nas suas 144 páginas. Entre brincadeiras, pesquisas com psicólogos, psiquiatras, sexólogos e, também, suas observações particulares sobre o que é contemplar a pessoa amada da "cabeça aos pés", Giuliano Moretti tem como objetivo principal desmistificar o tabu com relação a atração sexual pelos pezinhos femininos, um assunto que vem tomando uma dimensão significativa na cultura sexual do brasileiro. Moretti explora também temas diversos relacionados ao podofetichismo como odores, massagens, cócegas, "posições podossexuais", a podolatria na Internet, sandálias e sapatos, a importância da vaidade feminina em relação aos seus pés e muito mais. Este livro destina-se a todos os homens (fetichistas ou não) e mulheres que procuram ampliar sua visão com relação à sexualidade humana. Elaborado com uma altíssima qualidade editorial, não está disponível nas livrarias, para que o preço seja acessível ao consumidor, já que é um livro independente editado sob os cuidados do próprio autor e sua qualidade compara-se aos livros editados das melhores editoras brasileiras. "Um livro que deve ser comprado e, principalmente, ser experimentado..." Babi: MTV Erótica - 1999 A obra é dividida nos seguintes capítulos: 1. "Cada Maluco com a sua Mania" 2. Mil Anos de Tesão 3. Antifetichismo 4. Pés: Eróticos e Erógenos 5. O Homem Sem Vergonha 6. "Podopsicologias" 7. Quando Endurece, Quando Amolece 8. De Salto Alto 9. Passos Sensuais 10. O Gozo Altruísta 11. O Outro Lado da Moeda 12. Podolatria Virtual 13. Moral da História

    Resenhas (1)Ver mais
    Luis Francisco Nogueira Pereira picture
    Luis Francisco Nogueira Pereira17/07/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Resumo do livro TESÃO POR PÉS - A realidade de um gosto excêntrico

    “O que tem de mal em falar sobre um dos maiores e melhores instintos? O prazer! Pura e Simplesmente o Prazer! Quem não quer prazer? Dizem os falsos-moralistas que a luxúria é um dos mais graves pecados capitais, Eu digo que a luxúria é um dos “melhores” e “mais gostosos” pecados capitais. Você acha forte o que eu disse? Sabe o que EU particularmente acho forte? Pessoas que têm o falso-pudor de fazerem-se de castas-carmelitas julgando o prazer carnal como alguma coisa ruim. Pessoas que dizem que usar camisinha ou tomar anticoncepcionais é pecado. Pessoas que matam, mutilam, por trocados. Pessoas que matam, mutilam, por milhões, como alguns políticos. E as guerras, então? – disse Woody Harrelson no papel de Larry Flynt. No entanto, falamos de crimes, mortes, assassinatos, guerras e mais coisas terríveis sem pudor nenhum. Quando se trata de sexo, transa, foda, seja lá o que for, que é gostoso, saudável e faz bem, nos cobrimos de imaculados trajes, com nossas faces ruborizadas. Quem não tem fantasias? Quem não sente tesão? O instinto sexual é obsceno? Eu, sendo um livre-pensador, acho que não.” “Não é a toa que os pés têm uma ligação íntima com a sexualidade humana. É nele que encontramos várias terminações nervosas relacionadas com diversas funções de nosso organismo e que tornam sensíveis a vários tipos de sensações. A tatilidade dos pés exerce grande influência na atividade sexual, logicamente, quando for explorada. Explorar a tatilidade pode ser: massageá-los por meio de vários artifícios, beijá-los, mordê-los, fazer e receber cócegas e estimular os genitais do parceiro (a) com os pés” “No Brasil o preconceito sobre a voluptuosidade dos pés ainda é uma barreira a ser derrubada. Qual foi o homem que não foi surpreendido com uma expressão de desaprovação quando assumiu para alguma mulher que se sentia atraído por pés? Em geral, as mulheres não levam a sério, achando que este gosto não passa de uma “esquisitice” ou apenas uma brincadeira. Com tantas partes para se admirar, você foi escolher logo os pés? – indagam. Não é uma questão de escolha. É, sim, questão de instinto, presente de forma inata ou por motivos externos que influenciam a formação sexual do indivíduo. É importante a conscientização delas que é preciso dar mais valor aos seus pés, tratando-os com carinho e, principalmente, desenvolvendo seu potencial erótico. Dependendo da cultura de um povo, certas partes do corpo humano são admirados com maior intensidade do que outras. Um tipo de adoração que pode ser praticada aqui no Brasil, pode não ser o mesmo em outra parte do mundo. Em outros países, nós brasileiros podemos ser classificados como fetichistas das nádegas. E não somos? Claro que sim! Portanto, os tipos de fetichismo dependem dos costumes da sociedade na qual estamos inseridos.” “Algumas pessoas leigas podem perguntar? – mas como é que se pode sentir atração sexual pelos pés? – a resposta se dá com outra pergunta: - Como é que se pode sentir atração por seios, nádegas ou pernas?” “As mulheres procuram sapatos sexualmente mais atraentes, mesmo de forma inconsciente, uma vez que o instinto podosexual as direciona para isto.” “Os sapatos e sandálias ornamentam a forma dos pés femininos, curvando-os mais quando possuem salto alto, pondo em evidência a forma sexualmente atraente dos pés e de todo o sistema feminino. Muitas mulheres não sabem, mas os saltos são considerados muito mais do que puro adorno. Envolvem o desejo sexual masculino de visualizar os passos que ficam cheios de lascívia sobre eles.” Como tudo começou: “Durante muito tempo, em minha adolescência, tive vergonha de elogiar os pés das minhas amigas e namoradas, achando que aquele meu desejo e atração fosse apenas uma fase passageira. Eu me achava um peixe fora d’água, pois nunca tinha ouvido falar de algum garoto que sentisse atração sexual pelos pés das mulheres. Talvez, muitos deles, tivessem a mesma inibição. Nem mesmo as revistas masculinas da época citavam coisas deste gênero, o que aumentava ainda mais a minha angústia, fomentando um complexo de anormalidade. Ouvia a maioria das garotas dizendo que odiavam os seus pés, e percebia que elas, infelizmente, nem lhes davam a devida atenção, como faziam com o resto do corpo. Eu estava envolvido em uma crise normal de adolescente sem malícia.” “Nós, podólatras gostamos da mulher por inteiro! Deixando claro, de uma vez por todas, apenas damos também uma atenção especial aos pés, afinal, fazem parte do “conjunto” feminino e também intensificam o nosso prazer - e o delas igualmente.” A origem do fetiche (antiga) “Seguindo a teoria de Freud (numa forma simplificada), o menino se torna um fetichista dos pés quando se depara pela primeira vez com uma mulher nua. É um momento de muito espanto para ele, quando percebe que falta algo na constituição física da mulher. A comparação do corpo feminino com o seu próprio corpo é mais do que assustadora: -“como alguém poderia fazer isso com a pobre donzela?” – pensa o menino. O susto provocado pela falta de um pênis no corpo feminino e consequentemente medo da castração, faz com que a criança tente, imediatamente, encontrar um substituto fálico para a mulher. Neste momento, o menino, inconscientemente procura por algo que poder ser sexualmente substituído pelo pênis ausente. Advinhe o que ele encontra? Sim, os pés dela! Um substituto fálico. Um objeto de fetichismo. De acordo com Freud, é ai que o menino se torna um fetichista dos pés, e carrega esta “graça” para o resto de sua vida.” A origem do fetiche (atual) “Consultando um renomado psiquiatra de Curitiba, tive a sorte de encontrar uma teoria mais moderna que pode explicar de forma mais satisfatória a ligação entre a sexualidade e nossos pés. O psiquiatra me apresentou alguns livros científicos atuais e um deles questionava a simplicidade da teoria de Freud. Segundo o autor deste livro, por que o fetichismo dos pés aparece com maior freqüência do que os outros fetichismos? Por que os dedos das mãos não são fetichismos tão freqüentes, por exemplo? A explicação encontrada por ele é a de que, associando-se ainda ao símbolo fálico, os pés são os únicos membros que se estendem para frente e se localizem logo abaixo da genitália feminina, o que, consequentemente, pode trazer ao indivíduo uma certa associação com o símbolo fálico. Além disso, no cérebro humano, a área responsável pela genitália está intimamente ligada a área dos pés. São áreas adjacentes, o que pode trazer, como conseqüência, uma real ligação as sexualidade humana, dos pés. Talvez, por isso, este fetichismo seja o mais comum dentre todos outros.” “Durante séculos, os sapatos são usados como acessórios de atração complementar sexual dos pés. A veneração destes sapatos, seja qual for o tipo deles, como fetiches, foi relatada por diversas pessoas da história da humanidade. Há aqueles que são fetichistas apenas dos sapatos, não importando o “peso líquido” (os pés) que os calçam. O fetichista dos pés também é, geralmente, um fetichista dos sapatos. Pela semelhança destes tipos de fetichismo, ou até mesmo pelas suas inter-relações, deve-se falar um pouco destes diversificados acessórios que encantam a mente de todos. É importante evidenciar quem um grande número de mulheres são fetichistas dos sapatos. Colecionam centenas de pares e não se cansam de aumentar sua coleção. A maioria dos sapatos, tanto masculinos como femininos, são confeccionados com o intuito principal de atração sexual. Isto é um “atração sexual” que aqui me refiro, não é, necessariamente, objetivando o ato sexual em si, mas sim, uma melhor aceitação da aparência pessoal de cada um pelo sexo oposto. Esta maneira pela qual agimos está teoricamente disfarçada dentro de um contexto denominado “moda”. A moda, nada mais é do que uma atualização constante dos gostos das pessoas, e estes gostos envolvem, principalmente, a sexualidade consciente ou inconsciente, que faz parte da personalidade de cada uma. Grande parte das pessoas se veste de maneira que fique mais atraente ao sexo oposto. Gostamos de ficar “mais bonitos” não só pele simples fato de nos olharmos no espelho, e sim, para que os outros apreciem nossa aparência da forma que desejamos. É a natural vaidade humana, presente na maioria de nós. E com relação ao que colocamos nos nossos pés, não poderia ser diferente. Os sapatos ou sandálias dizem muito sobre a nossa personalidade. É por isso que, com freqüência, as mulheres reparam nos sapatos masculinos. Acreditam que os sapatos revelam muito sobre o asseio do homem. A mulher que gosta de andar sobre saltos, geralmente, tem um propósito muito interessante: mostrar-se superior, elevada, consciente ou inconscientemente. Deste modo, além de ficar com uma postura mais feminina (de acordo com os padrões de gosto da feminilidade que estamos acostumados), também se torna mais esbelta, com um andar sensual, elegante e sexualmente mais atraente.” “Não há dúvida que as sandálias são os acessórios de grande importância para os devaneios sexuais dos podomalucos. Elas evidenciam o arco e o peito dos pés, tornando-os bastante sublimes. Devido à maior curvatura da coluna vertebral provocada pelo uso do salto, as nádegas ficam mais empinadas, aguçando indiscutivelmente os olhares dos admiradores. Alguns podólatras estimam apenas os pés femininos calçando sandálias. Quando descalços, não induzem sentimento prazeroso qualquer. Por esta razão, deve-se levar em conta a sexualidade presente nestes tão charmosos acessórios. Um dos estilos mais sensuais são aquelas que não possuem tiras no calcanhar, ou seja, elas são presas apenas pela tira ou parte frontal. Um exemplo comum são os tamancos ou mules. Como todos sabem, os tamancos são para situações do cotidiano, menos formais. Ao contrário disso, as mules devem ser usadas em ocasiões sociais, embora eu não tenha nenhum preconceito que sejam usadas no dia-a-dia, é claro! A peculiaridade muito positiva deste tipo de calçado é que ele proporciona uma visualização quase completa das solas, enquanto as mulheres caminham. Um bom colírio para os podólatras. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, as sandálias ficam muito interessantes se fizerem um conjunto com calças jeans. A meu ver, quando uma mulher se veste com esta calça e uma “poderosa” sandália, fica especialmente linda, pois mostra discretamente a nudez de seus pés, e esconde suas pernas, demonstrando que ela acredita que seus pés também são importantes partes e que devem ser exploradas no jogo da sedução. É claro que a calça não precisa ser, necessariamente “jeans”, mas a peculiaridade deste tecido, quando “colado” ao corpo, assim como uma calça de couro, deixa a mulher harmoniosamente perfeita. Outra calça que faz um jogo maravilhoso com sandálias é a do tipo corsário (seu comprimento vai até um pouco abaixo do joelho), trazendo, com certeza, a libido à tona. No frio, por motivos óbvios, poucas mulheres habitualmente usam sandálias. Porém, no inverno, quando os fetichistas encontram pézinhos falsamente escondidos detrás daquelas tiras, imaginam que a dona daquele par entende bem deste fetichismo e pretende se fazer notar entre as outras.” “A natureza é sábia. Ela usa de diversos artifícios que, com freqüência, passam despercebidos por nós. O andar feminino é um deles. O modo peculiar de andar das mulheres exerce uma indispensável contribuição. A constituição feminina promove um “balanço” único, um perfeito movimento conquistador. Este estímulo erótico é um dos fatores que levam um homem a se sentir atraído.” “Eu adoro pés. Adoro fantasiar sobre pés, e sei que não sou o único. O que tem de errado nisso? Deixo de ser uma pessoa normal por um simples gosto que não diminui de forma alguma a minha intelectualidade ou personalidade?” ENTREVISTA COM O AUTOR GIULIANO MORETTI NO PORTAL TERRA, EM 07 DE MARÇO DE 2006 Quem transa com podólatra não esquece Rogério Lorenzoni/Terra Vai uma lambidinha? Galeria de fotos » Veja fotos de pés para diversos gostos Alguns homens têm verdadeira fixação por pés femininos. Para desvendar esse mistério, nada melhor do que um verdadeiro especialista no assunto. Giuliano Moretti é autor do livro Tesão por Pés: A Realidade de um Gosto Excêntrico. Em entrevista ao Terra, ele foi logo avisando que não gosta de ser classificado como podólatra assumido. "Eu me classificaria como um 'admirador da mulher da cabeça aos pés'". » Delicie-se com alguns pezinhos! Para Moretti, é preciso entender que o fetiche pelos pés ou por qualquer outra parte do corpo não pode excluir o todo. "É de fundamental importância comentarmos que o fetichista saudável é aquele que, apesar de sentir uma atração especial pelo seu objeto de fetiche (no nosso caso, os pés), sabe explorar plenamente o mapa de prazeres oferecido pelo corpo de sua amada." O escritor fala que o fetiche não deve ser encarado como "uma tara ou anomalia do indivíduo, mas como uma maneira a mais de apimentar ou incrementar o prazer numa relação sexual." De acordo com as pesquisas que fez quando estava elaborando o livro, mesmo as mulheres "que achavam estranho este gosto em particular, depois que experimentaram uma relação envolvendo seus pés, afirmaram que as sensações provocadas pela exploração (de seus pés), seja em fase preliminar ou durante o ato sexual, foram estimulantes, muito prazerosas e, principalmente, inesquecíveis." E completa "depois que tiveram seus pés idolatrados, elas não quiseram mais perder este privilégio na hora da relação. É óbvio que quando experimentam isso nunca mais querem perder tal sensação." O que cada um gosta Sobre as particularidades de cada podólatra, Moretti é didático. "As partes admiradas pelos podólatras podem ser os dedos (a maioria os prefere harmoniosamente simétricos), arcos acentuados (pés bastante curvados), unhas bem feitas, pele lisa, hidratada e livre de calosidades e joanetes, calcanhares redondinhos (não achatados e secos), dentre outras características." Mas nem todos os podólatras esperam perfeição. "São raros, mas há podólatras que gostam de pés maltratados, sujos, com calos, secos e por aí vai... São excentricidades que devem ser consideradas, mas geralmente não se enquadram em casos considerados como patológicos, já que não apresentam nenhuma evidência degradante no que se refere à própria sexualidade." Até o conhecido chulé pode ser objeto de admiração. "O odor dos pés provocado pelo uso contínuo de sapatos pode ser um bem-vindo agente afrodisíaco, dependendo do podólatra. Existem aqueles fetichistas que gostam do cheiro de calcinhas ou outras peças usadas do vestuário feminino. Tal como eles, muitos podólatras também sentem muito prazer ao sentir o odor num par de sapatos ou sandálias usadas, fala o autor de Tesão por Pés. E diz ainda "a excitação pelo cheiro é um dos componentes remanescentes de nossos tempos mais remotos. São os feromônios cumprindo seu papel biológico. Mas, é claro que nem todos os podólatras gostam do cheiro de chulé. É bom a mulher se certificar antes de brincar com seus pezinhos suados no rosto do seu amado", aconselha. O livro de Moretti só é vendido pela internet. Para saber mais, clique em www.feetmag.com.br

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    Giuliano Moretti

    G. Moretti é um autor brasileiro conhecido por sua coragem em abordar temas considerados tabus, especialmente no que diz respeito à sexualidade humana e ao fetichismo. Sua trajetória literária é marcada por duas obras significativas que exploram a podolatria, o fascínio pelos pés femininos, de maneiras distintas e complementares. Em 1999, Moretti lançou seu primeiro livro, "Tesão por Pés: A Realidade de um Gosto Excêntrico", uma obra pioneira que rompeu barreiras e abriu caminho para a discussão aberta sobre o fetichismo dos pés na sociedade brasileira. Na época, o tema era cercado de preconceitos e pouco compreendido, mas Moretti, com sua linguagem acessível, envolvente e, por vezes, satírica, conseguiu desmistificar o assunto. O livro reúne teorias, opiniões de especialistas, fotografias e reflexões pessoais, mostrando que a podolatria é uma forma de expressão sexual que merece ser estudada e respeitada. A repercussão foi imediata. Moretti foi aclamado pela mídia, participando de programas de grande audiência como MTV Erótica com a apresentadora Babi e Dr. Jairo Bouer, Programa Livre do SBT, também com a mesma apresentadora, Na Cama com Monique Evans e Flash com Amaury Jr. Sua obra não apenas quebrou tabus, mas também inspirou muitas pessoas a assumirem seus desejos e preferências sem medo de julgamentos. "Tesão por Pés" tornou-se um marco cultural, abrindo portas para a livre divulgação do tema e contribuindo para uma maior aceitação do fetichismo na sociedade. Anos mais tarde, inspirado pela crescente visibilidade e aceitação do tema, Moretti retornou com sua segunda obra, "Podopopeia: Pés, Saltos, Aromas e Paladares da Podolatria". Diferentemente do primeiro livro, que tinha um caráter mais teórico e informativo, "Podopopeia" é uma jornada ficcional que mergulha fundo no universo podofetichista. Através de contos e textos líricos, o autor mescla fantasia e realidade, criando uma narrativa envolvente que desafia o leitor a explorar as fronteiras do desejo. Em "Podopopeia", os pés femininos são elevados à sua máxima imponência, celebrados em detalhes que vão desde a sensualidade dos arcos, solas, calcanhares e dedos até as texturas, marcas e nuances que os tornam únicos. A obra também explora os aromas e sensações associados aos pés, como o chulé, pelo vapor que escapa de uma sapatilha, elementos que despertam os sentidos e desafiam os limites do convencional. Moretti cria uma experiência literária provocativa e irresistível, convidando o leitor a adentrar um mundo onde os pés femininos reinam absolutos. Giuliano Moretti é, sem dúvida, um autor que não tem medo de explorar os recantos mais íntimos e polêmicos da sexualidade humana. Suas obras não apenas desafiam tabus, mas também celebram a diversidade dos desejos humanos, oferecendo uma visão ampla e respeitosa sobre a complexidade do prazer. Com "Tesão por Pés" e "Podopopeia", Moretti consolidou-se como um dos principais nomes na literatura que aborda o fetichismo, deixando um legado que continua a inspirar e provocar reflexões até os dias de hoje.

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    Giuliano Moretti