Quem comeu o meu hambúrguer? - O poder do Seis Sigma

    Subir Chowdhury

    Record
    2003
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-10: 8501062103
    Português Brasileiro

    O poder do Seis Sigma aborda a estratégia administrativa numa parábola que relata o encontro de dois amigos que iniciaram carreira juntos - um deles recém-demitido de uma empresa de fast food, e o outro, um funcionário bem-sucedido na mesma empresa, responsável pelo desenvolvimento do Seis Sigma no seu ramo do empreendimento. A conversa dos amigos percorre a metodologia e o funcionamento do programa que representou o diferencial entre o fracasso de um e o sucesso do outro, traçando, com exemplos concretos, um passo a passo para a implantação do Seis Sigma, enumerando as possíveis dificuldades e os lucros obtidos.

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    Adamastor 15/05/2024Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Marketing (?) na divulgação de uma ferramenta(ria) poderosa

    Talvez fosse melhor: MaLketing e bobagens num livro de divulgação de uma ferramenta(ria) poderosa... O nome do livro já foi "O Poder do Seis Sigma", que é a tradução literal do título em inglês. Daí resolveram mudar pra essa maravilha do marrrrketing abilolado... Vai entender! Quem já esteve ou está envolvido com o 6 Σ sabe que o trem é bom d+. Não é uma ferramenta, mas uma ferramentaria inteira. O livro mostra um case de sucesso e parece bem realista, embora simples, mas as grandes ideias (soluções) são simples! Além do título nada a ver, pela idade do livro (começo do século), parece que já teve evoluções ou versões. E o autor parece que continuou na ativa e não perdeu tempo escrevendo outras variações da mesma coisa com nomes parecidos. O pior é que contrataram uma tradução e parece que faltou a boa e necessária revisão técnica, pois adota-se mesmo os nomes em inglês (Black Belt, Green Belt, etc.), o que fica muito mais chique e modernoso do que as traduções de termos judocas que usaram. Taí um bom conselho (que eu gostaria de ter recebido há muito tempo) para um jovem iniciando uma vida de trabalho porcorativo, digo corporativo: procurar formação (Green/Black Belt) onde houver e engajar-se em grandes (não precisa ser necessariamente no tamanho) empresas. O Larry do livro não creio que seja tão ficcional assim!

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