INVICTUS - CONQUISTANDO O INIMIGO - NELSON MANDELA E O JOGO QUE SE UNIU A ÁFRICA DO SUL

    John Carlin

    Sextante
    2009
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-13: 9788575425053
    Português Brasileiro

    "Não falem para as mentes deles. Falem para seus corações." - Nelson Mandela Se você é como a maioria das pessoas, sabe que Nelson Mandela passou 27 anos preso e foi o líder da luta conta o apartheid na África do Sul. Sabe também que ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz e chegou à presidência nas primeiras eleições livres de seu país. Mas não deve saber nada sobre a Copa do Mundo de Rúgbi de 1995. Em Conquistando o inimigo, o jornalista John Carlin narra aquela que talvez seja a passagem política mais bem-sucedida de nossa geração. Parafraseando Garibaldi após a unificação da Itália, as eleições de 1994 tinham criado uma nova África do Sul, mas restava o desafio de criar os sul-africanos. Em busca de uma causa capaz de unir brancos e negros, Mandela concordou em sediar a Copa do Mundo de Rúgbi. A escolha desse esporte parecia absurda. Por décadas, o rúgbi fora um símbolo do apartheid. Dessa forma, mais improvável que ganhar a Copa era o Springboks - o time nacional - conquistar o coração dos negros. Mandela precisava que o povo acreditasse no slogan "um time, um país". Ele teve de fazer os negros verem os jogadores como "nossos rapazes" e assegurar aos brancos que eles tinham um lugar de direito na nova nação. Para isso, mostrou-se um líder carismático e flexível, capaz de conter seus aliados e seduzir seus adversários. O que aconteceu no estádio no dia da final foi uma grande glória: perdão, libertação e celebração. O tipo de coisa que acontece quando pessoas que conheciam apenas o ódio e o medo se libertam do fardo da história e superam suas diferenças. Se ganhou a Copa do Mundo? O que a África do Sul consquistou naquele dia foi muito mais que isso.

    Resenhas (8)Ver mais
    Victória Moura Dente picture
    Victória Moura Dente29/07/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Socorro

    Eu não tenho a mínima ideia de como eu acabei gostando de um livro que eu mesma me obriguei a ler... A escrita é muito empurrada (pelo menos foi o que eu achei). Bom, não é o tipo de leitura que eu adoro, mas por algum motivo esse livro me pareceu muito bom. Apesar de a história em si ser muito interessante, o fato da leitura ser muito cansativa, desanima um pouco... Mas eu acabei (graças a Deus!) E eu o recomendaria, apenas para pessoas que possuem o magnífico dom da paciência. É isso!

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