"The Age of the Pussyfoot". Quando Charles Forrester despertou, teve a maior surpresa que um homem poderia ter. Recordou-se de que morrera quinhentos anos antes, num fogo. Coisas da ciência... Estava no ano de 2527. Todos os seus órgãos queimados haviam sido substituídos. Os olhos pareciam um pouco mais azuis. O nariz, dir-se-ia um pouco mais direito. Mas que importava isso? Tinha um quarto de milhão de dólares no seguro acumulado. Uma mulher bela enviava-lhe beijos telecinéticos. E possuía uma "varinha de condão". Um computador que lhe podia fornecer quase tudo quanto desejasse. Charles Forrester devia ser o homem mais feliz do Mundo. Mas valeria a pena viver num Mundo onde não se podia morrer? Eis o tema curioso e aliciante da obra de Frederik Pohl, NINGUÉM MORRE NESTE MUNDO. Publicada por João Vagos
