When the Ramones recorded their debut album in 1976, it heralded the true birth of punk rock. Fast and frenetic in their leather jackets and torn jeans, the Ramones gave voice to the disaffected youth of the seventies and eighties, influenced countless bands, and inspired the counterculture for decades to come. Born Jeffry Hyman of Queens, New York, Joey Ramone was the quirky, extraordinary lead singer and cofounder of the band. Hiding his face behind signature sunglasses and a mop of dark hair, he helped define punk's early image, and his two-decade-plus tenure as the Ramones' front man made him unforgettable. Told by Joey's brother, Mickey Leigh, I Slept with Joey Ramone provides an intimate look at the turbulent life of one of America's greatest — and unlikeliest — music icons. With honesty, humor, and grace, Mickey shares the fascinating, sometimes troubling story of growing up with an emotionally distressed brother who becomes a rock star and the effect it had on their family. He shows how Joey used music to cope with mental illness; embraced the glam nightlife of the New York scene; launched CBGB alongside bands like the Talking Heads and Blondie; and brought punk to Britain, clashing with the Sex Pistols and changing music history. Ultimately, betrayal and infighting would end the band. While the music lives on for new generations to discover, I Slept with Joey Ramone is the enduring portrait of a man who struggled to find his voice and of the brother who loved him.
I Slept with Joey Ramone - A Punk Rock Family Memoir
Mickey Leigh, Legs McNeil
Mickey Leigh não só é o irmão mais novo de Joey Ramone como foi o primeiro roadie da banda e os acompanhou de perto, desde o surgimento até tornarem-se mundialmente reconhecidos. Ele também teria participado das sessões de gravação do primeiro álbum em 1976 e ajudado o irmão na composição de algumas músicas – como Censorshit de Mondo Bizarro (1992). Estes eventos, aliás, seriam causa de constantes desavenças entre os dois irmãos em virtude da frequente busca de créditos que Leigh demandava à banda. Se a infância em casa foi difícil a partir da separação dos pais, nas ruas a coisa não foi mais amena. Dos incidentes com bullies durante a infância até a fase pré-ramones quando Joey era conhecido como Jeff Starship e integrava a banda Sniper. Por pouco Joey não virou Sandy Ramone, sugestão de Tommy para nome artístico do amigo. Mas nem só de Joey Ramone vive a obra. O livro funciona como um legítimo álbum de família e por isto há muito da autobiografia de Mickey Leigh e os projetos artísticos (uns nem tanto) que permearam sua vida. O resgate detalhado do autor conta ainda os dolorosos momentos da doença que vitimou o irmão e o posterior reconhecimento no Hall da fama do Rock n’ roll. Também fazem parte de sua lembrança a briga de Joey/Johnny por causa de Linda Danielle (hoje viúva de Johnny) e os bastidores do show que celebrou os 50 anos de Joey. A idéia era, segundo Leigh, ter bandas como Rancid, Green Day e Cramps se apresentando e o ponto alto seria ter os Ramones reunidos novamente com o microfone vago. Uma luz daria destaque ao lugar que Joey ocupou por mais de duas décadas e durante a execução de I Wanna Be Sedated o público é que cantaria as músicas. Johnny não gostou da idéia e entre outras imposições teria exigido a presença de Rob Zombie ou Eddie Vedder, então, amigos do guitarrista. Com o impasse, a idéia não vingou. Lançado em 1º de dezembro de 2009 o livro conta ainda com Legs Mcneil (de Mate-me por favor) e depoimentos de diversas pessoas que, de uma maneira ou de outra, fizeram parte da história dos Ramones. Aclamado pela crítica especializada, Leigh mostra um lado pouco conhecido de seu irmão sem desonrar seu legado. Touchstone, 416 páginas, em inglês.
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