Ainda sob o efeito da música no ar e dos conselhos dados pelo silêncio, minhas impressões foram ficando mais aguçadas e passei a enxergar, ouvir, falar com mais proficiência, parecendo que tinha adquirido uma sapiência numa loja de conveniência. O PRÓPRIO AMOR, então, é um livro mais pensado, não porque perdeu lirismo mas por aprofundar meus questionamentos, fato evidenciado no poema que dá título ao livro e no PERGUNTAS SEM RESPOSTAS.
