Através da análise destes três autores de temáticas tão diferentes, Roland Barthes identifica uma mesma escrita: «De Sade a Fourier o que se desvanece é o sadismo; de Loiola a Sade é a interlocução divina. Quanto ao resto, a mesma escrita; a mesma volúpia de classificar, a mesma paixão cortante, a mesma obsessão enumerativa, a mesma prática de imagem, a mesma junção do sistema social, erótico, fantasmático.»
Sade, Fourier, Loiola -
Roland Barthes
Edições 70
1971
183 páginas
6h 6m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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