Bandido cruel, nobre renegado ou cavaleiro templário? Afinal de contas, o que há de verdadeiro e de falso na construção de um dos maiores personagens da História.
Robin Hood (Aventuras na História #82) - Bandido cruel, nobre renegado ou cavaleiro templário? Afinal de contas, o que há de verdadeiro e de falso na construção de um dos maiores personagens da História.
Abril
Maio de 2010
"Em busca de Robin Hood" Reportagem de capa, onde o aspecto mais significativo foi a reflexão sobre a origem e manutenção do herói através do séculos. Serve para os paladinos da atualidade... Essencialmente a projeção de escapismo, em contexto onde injustiças e revoltas são rotineiras. O texto também apresentou certas figuras histórias que poderiam ter sido inspiração para o famoso arqueiro. Entre elas tem monge, nobre cavaleiro, guerreiro bárbaro anglo-saxão e até mesmo um poeta. Em comum, determinados aspectos da lenda, sem necessariamente estarem todos presentes, como apoio ao rei Ricardo contra o usurpador João, ação como bandoleiro em floresta, apoio e também oposição aos normandos. Ao que parece, Robin Hood mescla várias fontes. Outro aspecto curioso é a suavização do personagem, fortalecendo-se cada vez mais os ideais heróicos. No começo era brutal, decapitando os adversários. Ora, oras! Batman também era assim em seu início... A reportagem serviu para embalar um filme hollywoodiano que seria lançado. Faltou referências ao livros mais significativos e famosos sobre o herói como dicas de leituras. "Raiva" Só agora percebi que a revista embalava uma seção sobre os chamados sete pecados capitais. Dessa vez não curti os referenciais, que tem o desplante de dizer que Deus cometeu esse pecado ao exercer sua justiça, como nas histórias do dilúvio e Sodoma ou Gomorra. Que? Em verdade, houve incompreensão na exposição sobre a raiva, que em si, segundo o parecer bíblico, não é pecado, mas assim se torna quando a emotividade aflorada se transforma em desdobramentos como ódio, vontade de vingança e ação intempestiva. Sobre isso vou deixar em registro Efésios 4:26 e Gênesis 4:7. Se alguém busca boa orientação sobre a raiva, consulte-os. Do texto da reportagem, em que vemos uma linha temporal com exemplos diversos de ação pela raiva, vou deixar em registro a história dos atenienses e a destruição da cidade de Melos, no século 5 a.C. Eram todos gregos, mas como o povo de Melos negou apoio no contexto da Guerra do Peloponeso, foram depois alvos de uma carnificina vingativa dos atenienses. Gostaria de saber mais sobre essa história... "Vida após a morte" Traz imagens e relatos impactantes da cidade alemã de Dresden, bombardeada na Segunda Guerra Mundial. Vou aproveitar para deixar em registro livro que li sobre isso. É esquisito, com relatos que parecem malucos diante do surrealismo usado pelo autor, podendo despertar interesse ou não: "Matadouro 5", de Kurt Vonnegut. É da década de 1960 e tem muito da psicodelia do contexto. Quem leu sabe o porquê. Achei mais curioso do que emotivo. Vale a conferida. "Geniais e renegados" Reportagem com curiosidades divertidas, sobre projeções ou invenções no passado e postura de determinadas pessoas diante delas. Houve demonização e menosprezo por parte de alguns. Automóveis, televisão, rádio, entre outros, foram citados nesse contexto. Sobre o rádio, a história poderia ter hoje como inventor do dito cujo um brasileiro, mas sofreu oposição e falta de apoio, sendo a invenção revolucionária depois patenteada por Marconi. Continua a quarentena em Macapá.... Que triste situação... Agora a pouco passou um funeral na frente de casa com mais uma das vítimas da covid-19... Jovem, jovem...
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