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    O invisível -

    Alcides Villaça

    Editora 34
    2011
    32 páginas
    1h 4m
    ISBN-13: 9788573264678
    Português Brasileiro
    3.4
    30 avaliações
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    Favoritos2Desejados31Avaliaram30

    Quem já não brincou de ser fantasma e imaginou deslizar por aí, através de portas e paredes, só para espiar o seu amor? Ou, então, sonhou entrar de graça no cinema e, na saída, dar uma lambida num sorvete de limão, sem que ninguém perceba? Era disso que brincava certo menino, mestre na arte de ser invisível, até que um dia — cansado de não ser visto — percebeu que, para quem está apaixonado, "melhor que ser invisível é o invisível imaginar...". Pois foi pensando nas relações entre o visível e o invisível que o ilustrador Andrés Sandoval imaginou este livro, desenhado sob medida para o poema de Alcides Villaça. Aqui, graças à combinação de cores, transparências e opacidades, cada virar de página esconde — e revela — uma surpresa.

    Resenhas (1)Ver mais
    Daniela picture
    Daniela04/07/2021Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    O que você  faria se fosse invisível? Roubaria um beijo ou a salsicha do pão? Entraria escondido  em um cinema ou em um avião? Ouviria quais conversas? Quem você  espiaria? Mas e se você fosse invisível para sempre? Acho que não teria graça,  não  é? "Melhor do que ser invisível  é o invisível imaginar. Além disso, tanta coisa já tenho pra ocultar..." 📖O invisível ✍Alcides Villaça 🎨André  Sandoval 🧩@editora34 "Um livro mágico  mamãe". O poema de Alcides Villaça, ganha magia com a potencia da arte de André Sandoval. Com uma folha de celulose vermelha podemos acompanhar a fantasia do menino, percebendo o menino invisível em ação. Isso só é possível por causa das ilustrações em azul e rosa (passe pra ver). #serinvisivel #invisivel #folhadecelulose #livromagico

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    3.4 / 30
    • 5 estrelas23%
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    • 2 estrelas23%
    • 1 estrelas0%
    Alcides Celso Oliveira Villaça profile picture

    Alcides Celso Oliveira Villaça

    Alcides Celso Oliveira Villaça (Atibaia SP, 1946). Poeta. Recebe, em 1967, menção honrosa no Concurso Governador do Estado, categoria poesia. Na época, seus poemas são publicados no jornal Diário do Povo, de Campinas. Em 1971, forma-se em Letras na Universidade de São Paulo, onde passa a lecionar Literatura Brasileira a partir de 1973. Seu primeiro livro de poesia, O Tempo e Outros Remorsos, é lançado em 1975, com recital do ator Antonio Fagundes, no Masp. Nos anos de 1970 e 1980 dedica-se à pesquisa e ao ensino universitário; em 1984, torna-se Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo, com a tese A Poesia de Ferreira Gullar. Em 1988 publica a obra poética Viagem de Trem. Torna-se Livre Docente pela USP, em 1999, com a tese Lendo Poetas Brasileiros. Colabora em vários periódicos como resenhista e ensaista literário, entre os quais Folha de S. Paulo e Cadernos de Literatura Brasileira. A poesia de Villaça é influenciada por Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987), João Cabral de Melo Neto (1920 - 1999), Manuel Bandeira (1886 - 1968). O crítico João Luiz Lafetá afirma, ao analisar Viagem de Trem: "seu verso é ágil, seu ritmo é vário, suas imagens são quase sempre desconcertantes".

    5 Livros
    1 Seguidor
    São Paulo, Brasil

    Alcides Celso Oliveira Villaça