The second installment in Aidan's Fitzwilliam Darcy trilogy has the Pride and Prejudice hero wrestling with his infatuation with Elizabeth Bennet. While Aidan's Darcy exhibits the class snobbery and noblesse oblige readers expect of him, he also has a purpose: Darcy decides he must find another woman "of his own station as beautiful and blessed with wit as Elizabeth Bennet, whose charms would banish her from his mind and displace her in his heart." While searching for this woman, Darcy looks after his sister, Georgiana, who is emerging from a long depression. Aidan is comfortable with the overwrought Regency prose and tropes ("The horses, atremble with desire for home, broke into a canter from which no one in the coach wished to dissuade them") and, instead of imitating Austen, convincingly makes Darcy's story her own. Darcy and his loyal valet, Fletcher, travel to Norwycke Castle for a house party where murky inheritances, debt, husband-hunting aristocrats, the supernatural and dead ancestors commingle, resulting in a good time for fans of the series and those enamored of Austen.
Duty and Desire (Fitzwilliam Darcy, Gentleman #2) - A Novel of Fitzwilliam Darcy, Gentleman
Pamela Aidan
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Ver maisComeçando de forma bem sincera: em comparação com o volume anterior, An Assembly Such As This, esse segundo volume da trilogia da Aidan deixa um bocado a desejar. Esse livro segue Darcy no período entre sua partida de Netherfield e sua chegada em Rosings. Assombrado pela imagem de Lizzie, ele volta para Pemberley, a fim de passar o período natalino com Georgiana, parte para Londres, onde continua semeando a dúvida na cabeça de Bingley sobre a força da afeição de Jane Bennet e por fim segue para uma festa na casa de um antigo colega de faculdade, onde as coisas parecem estar um pouco mais complicadas do que aparentam. A primeira parte da história vai bem na forma como mostra a preocupação de Darcy com a irmã, que só àquela altura estava começando a se livrar da depressão que o episódio com Wickham provocou; bem ainda como sua interação com a família – o Coronel Fitzwilliam, o Conde e a Condessa de Matlock, bem como seu irmão mais velho e herdeiro do título. Sua ânsia por Elizabeth, seu sonhar acordado com a moça caminhando por entre os corredores de Pemberley, e inclusive sua conversa com Georgiana sobre ela – tudo isso antes que ele pudesse, de fato, reconhecer para si mesmo o que sentia – são os pontos altos do livro. A questão é que esses pensamentos e desejos assustam Darcy, especialmente frente ao seu ‘dever’ de casar bem, com uma moça de família, fortuna e respeitável, que lhe possa dar um herdeiro à altura do sobrenome que há de carregar. E eis então que ele decide sair à caça de uma esposa, aceitando o convite de um antigo colega para ir visitá-lo num velho castelo no meio do nada, onde várias senhoritas de boa posição estão reunidas para uma festa. Só que o convite do amigo é uma armadilha que tem a ver com passar a meia irmã irlandesa para frente a fim de conseguir uma pequena fortuna para pagar os débitos advindos do jogo. E no meio você tem senhoritas despeitadas que foram no passado ignoradas por Darcy e agora querem vingança. E a coisa toda ressoa muito mais o clima gótico de A Abadia de Northanger (com direito a todas as intrigas pelas quais Catherine apenas pode suspirar) do que Orgulho e Preconceito. Enfim, esse é um volume de transição e embora eu possa entender algumas das escolhas que Aidan faz para que a história siga seu curso – os motivos que ao final levam Darcy a aceitar seus sentimentos e arriscar-se com Lizzie – a forma como ela construiu esses fatos não me agradou. Agora é partir para o último volume da trilogia e torcer para que ela consiga voltar a nos encantar como na primeira parte da saga. (resenha originalmente publicada em www.owlsroof.blogspot.com)
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