Sabe aquele autor que você sabe que vai ser maravilhoso, mas não sabe o que esperar? Pois então, essa é a Zélia.
O primeiro livro Anarquistas é um bom livro, mas não foi uma das melhores leituras do gênero memórias, talvez por ela ainda pegar o jeito. Já este que é um dos últimos dar para perceber o quanto a escrita dela amadureceu. Os fatos ocorridos nas décadas de 50/60 são muito bons, além de fazer um panorama político-social do país.
Leiam, e vejam como Zélia se torna uma amiga a tanto tempo ali esperando uma chance de se apresentar e ficar guardado em nossos corações