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    Redenção (Saga Jishu #2) - Livro II

    Josiane Veiga

    Clube de Autores
    2015
    417 páginas
    13h 54m
    Português Brasileiro
    4.7
    29 avaliações
    Leram30Lendo2Querem52Relendo0Abandonos1Resenhas5
    Favoritos14Desejados52Avaliaram29

    Quanto tempo alguém pode suportar a dor? Inseguro e magoado, Kazuo Ninomura vê seu mundo de aparências desmoronar juntamente com seu casamento. Abalado pela crise em seu relacionamento e por problemas graves de saúde, todo o presente lhe parece negro e incerto. O que fazer? Desistir e mergulhar em um sofrimento profundo ou lutar pela única coisa que sabe que o tirará da depressão: o amor de Ken Takeshi? Por sorte, ainda há o amor incondicional dos companheiros de banda, cuja amizade inabalável é a força de que ele precisa para se reerguer. Seis anos após “Rendição”, os membros da banda Jishu retornam com suas peculiaridades e personalidades marcantes, embora cada um deles tenha que conviver com seus próprios demônios e dores, enfrentando crises pessoais, amorosas, preconceito e abnegação.

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    Resenhas (5)Ver mais
    Catalina Terrassa picture
    Catalina Terrassa08/09/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Quero ler logo "Remissão"

    Escrever uma resenha para qualquer livro da Josy é difícil. Eu fico sempre me perguntando “Por onde começar?”. E é assim que me encontro agora. Encarando meu caderno de resenhas e pensando. Chega de bobagens e vamos lá. “Redenção” se passa seis anos após Ken e Nino assumirem seus sentimentos um pelo outro. O livro é um belo... Tapa na Cara (Se é que se pode dizer isso) aos românticos bestas, que adoram um... Felizes para Sempre e não querem nem saber se o casalzinho apaixonado tem crises. É por isso que eu gosto do trabalho da Josy. Ela não tem medo de arriscar e não é hipócrita. Ela mostra o mundo como ele é: Cheio de dificuldades, mas que nunca se deve abater. Seria muito feio se eu dissesse que detesto o bendito, Felizes Para Sempre? Todo mundo sabe que todo o relacionamento tem altos e baixos. E que se um casal se ama de verdade deve enfrentar as dificuldades de cabeça erguida. Não preciso nem dizer que o início do livro me irritou. Ken e Nino estão enfrentando uma crise grave no casamento, mas nenhum dos dois está disposto a parar e ter uma conversa séria. Ken foge para seu barco e Nino se agarra ao trabalho. E cada um deles fica empurrando a culpa um para o outro. As coisas ficam ainda piores quando Nino é internado e Ken começa a dar corda para um admirador. Tatsumi é um jovem talento da agência e é obcecado por Ken. No começo eu só peguei antipatia por ele. O cara é um mala. Fica o tempo todo tentando melar o relacionamento de Nino e Ken. Mas minha antipatia virou ódio lá para o final do livro. Se eu pudesse entrar no livro, quebraria uma garrafa de vidro e enfiaria no rabo dele (Desculpa pelas palavras, mas quando vocês lerem o livro vão entender meu ódio). Outra coisa que me causou ódio foi a mãe do Nino. Oh! Mulherzinha nojenta. O tapa que ela recebeu foi pouco. Ken e Nino não são os únicos a enfrentar problemas. O outro casal Morita e Shuichi também estão numa maré de azar. Tudo porque a família de Shuichi decidiu que o filho está velho e que já é hora dele encontrar uma esposa com nome e berço. Os pais encontram uma noiva para ele e ficam empurrando a idiota para o filho. Chamei a garota de idiota, porque ela não percebe que o futuro marido gosta de outra fruta, assim como a família dele. Agora vou falar sobre os Sakamoto: Eles são uma família bem estruturada. Os pais criaram seus filhos de forma correta, e acreditam 100% que isso é o suficiente para provar que Nino só é gay porque não teve um bom exemplo. A família Sakamoto me lembrou outra família que conheci, que se orgulhavam dos filhos porque eles foram criados no amor de Cristo. Eles eram católicos, viviam na igreja, eram unidos, mas o filho caçula era gay. Quando o rapaz se assumiu, a família ficou sem entender e passaram a pensar que foi castigo de Deus. Ainda falando dos Sakamoto. Um dos momentos mais incríveis do livro é quando a mãe do Shuichi descobre a verdade sobre o filho. O único personagem que ficou meio “apagado” no livro foi a Audrey. Eu esperava mais armações por parte dela. Mas acho que em “Remissão” ela vai voltar mais quente do que o fogo do inferno. Como diz o Shuichi “Eu confio naquela mente demoníaca”. O livro é recheado de intrigas, separações, escolhas difíceis, perdas e deixa um gostinho de quero mais. E Josy... Por favor, termine de escrever "Remissão" e faça uma baixinha de óculos muito feliz. PS: Li o livro durante minha tpm e chorei pra caramba. http://catalinaterrassa.blogspot.com.br/2012/06/resenha-redencao-josiane-veiga.html

    2 curtidas

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    4.7 / 29
    • 5 estrelas79%
    • 4 estrelas14%
    • 3 estrelas7%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
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    Josiane Biancon da Veiga

    Josiane Biancon da Veiga nasceu no Rio Grande do Sul. Desde cedo, apaixonou-se por literatura, e teve em Alexandre Dumas e Moacyr Scliar seus primeiros amores. Aos doze anos, lançou o primeiro livro “A caminho do céu”, e até então já escreveu mais de quarenta histórias, de originais a contos envolvendo o universo da animação japonesa. Atualmente é securitária, e escritora nas horas vagas.

    110 Livros
    175 Seguidores
    RS, Brasil

    Josiane Biancon da Veiga