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    Primeiras estórias (40 Anos 40 Livros) -

    João Guimarães Rosa

    Nova Fronteira
    2005
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-13: 9788520917985
    Português Brasileiro
    4.1
    3395 avaliações
    Leram6778Lendo557Querem3369Relendo25Abandonos336Resenhas191
    Favoritos175Desejados3369Avaliaram3395

    "Guimarães Rosa já era o consagrado autor de dois livros cruciais da literatura brasileira, 'Sagarana (1946)' e 'Grande sertão: veredas (1956)', quando publicou 'Primeiras estórias', em 1962. Ao contrário do que pode dar a entender o título, está é, portanto, uma obra da maturidade do escritor, em pleno domínio de sua arte. Tanto assim, que o leitor dificilmente sai incólume do livro. Quando chega à última página, ele está encantado, extasiado, transfigurado: é um novo leitor, um novo sujeito. São 21 narrativas curtas, povoadas por um elenco inesquecível e personagens - arredios, estranhos, enfezados, loucos, infantis ou sonhadores - protagonistas de algumas das 'estórias' mais belas da língua portuguesa, como 'A terceira margem do rio', 'Sorôco, sua mãe e sua filha' ou 'Tarantão, meu patrão'. Os contos gravitam entre o lirismo e a tragédia, a comédia e o épico, o fantástico e a sátira, conduzidos pela linguagem extraordinária de Guimarães Rosa (1908-1967), na qual não existem fronteiras entre a fala popular e a escrita literária, o realismo e o irracional, a ficção e a filosofia. 'Primeiras estórias' é um livro sobre seres miúdos e comoventes escondidos nos cantos remotos de Minas Gerais, mas é também sobre a grandeza irredutível da vida, a misteriosa força dos homens e a magia primordial da língua e da linguagem. Raras vezes a literatura brasileira foi capaz de tanta audácia, invenção e inteligência." (Alcino Leite Neto - Folha de São Paulo)

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    Resenhas (191)Ver mais
    Samia Schiller picture
    Samia Schiller02/01/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Que livro bonito! Como o Rosa consegue escrever desse jeito! Será que tomava muito tempo dele? Será que ele corrigia e recorrigia? Porque ele dá a impressão de que os textos dele saem, como numa conversa. Geralmente, o simples demanda esforço. Percebi que a cada final de parágrafo ele coloca uma frase caprichada que raciocina ou resume ou explica o que foi escrito. Deve ser dificílimo essa tarefa de impor ao leitor de tempos em tempos uma frase-presente para ele carregar pela vida afora. E da soma dessas frases sair um conto. E de bons contos fazer um livro inteiro.

    40 curtidas

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    4.1 / 3395
    • 5 estrelas41%
    • 4 estrelas32%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas2%
    João Guimarães Rosa profile picture

    João Guimarães Rosa

    Guimarães Rosa foi um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos. Foi também médico e diplomata. Os contos e romance escritos por Guimarães Rosa ambientam-se quase todos no chamado sertão brasileiro. A sua obra destaca-se, sobretudo, pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais. Tudo isso, somado a sua erudição, permitiu a criação de inúmeros vocábulos a partir de arcaísmos e palavras populares, invenções e intervenções semânticas e sintáticas. Consonante aos debates sobre a lírica moderna mundial, sua obra também inovou por criar um modo de fazer poesia num texto em prosa. ___ Guimarães Rosa (João G. R.), contista, novelista, romancista e diplomata, nasceu em Cordisburgo, MG, em 27 de junho de 1908, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 19 de novembro de 1967. Foram seus pais Florduardo Pinto Rosa e Francisca Guimarães Rosa. Aos 10 anos passou a residir e estudar em Belo Horizonte Em 1930, formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais. Tornou-se capitão médico, por concurso, da Força Pública do Estado de Minas Gerais. Sua estreia literária deu-se, em 1929, com a publicação, na revista O Cruzeiro, do conto "O mistério de Highmore Hall", que não faz parte de nenhum de seus livros. Em 36, a coletânea de versos Magma, obra inédita, recebe o Prêmio Academia Brasileira de Letras, com elogios do poeta Guilherme de Almeida. Diplomata por concurso que realizara em 1934, foi cônsul em Hamburgo (1938-42); secretário de embaixada em Bogotá (1942-44); chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura (1946); primeiro-secretário e conselheiro de embaixada em Paris (1948-51); secretário da Delegação do Brasil à Conferência da Paz, em Paris (1948); representante do Brasil na Sessão Extraordinária da Conferência da UNESCO, em Paris (1948); delegado do Brasil à IV Sessão da Conferência Geral da UNESCO, em Paris (1949). Em 1951, voltou ao Brasil, sendo nomeado novamente chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura; depois chefe da Divisão de Orçamento (1953) e promovido a ministro de primeira classe. Em 1962, assumiu a chefia do Serviço de Demarcação de Fronteiras. A publicação do livro de contos Sagarana, em 1946, garantiu-lhe um privilegiado lugar de destaque no panorama da literatura brasileira, pela linguagem inovadora, pela singular estrutura narrativa e a riqueza de simbologia dos seus contos. Com ele, o regionalismo estava novamente em pauta, mas com um novo significado e assumindo a característica de experiência estética universal. Em 1952, Guimarães Rosa fez uma longa excursão a Mato Grosso e escreveu o conto "Com o vaqueiro Mariano", que integra, hoje, o livro póstumo Estas estórias (1969), sob o título "Entremeio: Com o vaqueiro Mariano". A importância capital dessa excursão foi colocar o Autor em contato com os cenários, os personagens e as histórias que ele iria recriar em Grande sertão: Veredas. É o único romance escrito por Guimarães Rosa e um dos mais importantes textos da literatura brasileira. Publicado em 1956, mesmo ano da publicação do ciclo novelesco Corpo de baile, Grande sertão: Veredas já foi traduzido para muitas línguas. Por ser uma narrativa onde a experiência de vida e a experiência de texto se fundem numa obra fascinante, sua leitura e interpretação constituem um constante desafio para os leitores. Nessas duas obras, e nas subsequentes, Guimarães Rosa fez uso do material de origem regional para uma interpretação mítica da realidade, através de símbolos e mitos de validade universal, a experiência humana meditada e recriada mediante uma revolução formal e estilística. Nessa tarefa de experimentação e recriação da linguagem, usou de todos os recursos, desde a invenção de vocábulos, por vários processos, até arcaísmos e palavras populares, invenções semânticas e sintáticas, de tudo resultando uma linguagem que não se acomoda à realidade, mas que se torna um instrumento de captação da mesma, ou de sua recriação, segundo as necessidades do "mundo" do escritor. Além do prêmio da Academia Brasileira de Letras conferido a Magma, Guimarães Rosa recebeu o Prêmio Filipe d'Oliveira pelo livro Sagarana (1946); Grande sertão: Veredas recebeu o Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro, o Prêmio Carmen Dolores Barbosa (1956) e o Prêmio Paula Brito (1957); Primeiras estórias recebeu o Prêmio do PEN Clube do Brasil (1963).

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    Minas Gerais, Brasil

    João Guimarães Rosa