"O meu tio, quando queria alguma coisa, escrevia o nome desta coisa num pedaço de papel e depois enterrava o papelzinho no vaso da samambaia da minha tia. Um dia, minha tia encontrou aquele monte de papeizinhos e, sem saber do que se tratava, porque a tinta envelhecera e já não dava para ler nada neles, acabou jogando todos fora. Quando meu tio descobriu que seus desejos foram parar no lixo, ele teve um ataque do coração."
