O foco define a sorte - A forma como como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos

    Dulce Magalhães

    Intregare Editora
    2011
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788599362693
    Português Brasileiro

    Tudo que vivemos é fruto de nossas escolhas, de nossa forma de ver a vida, das respostas que somos capazes de arquitetar. E todo o processo de construção de nossa realidade tem a ver com determinado ângulo de visão. Assim, o foco, a forma como enxergamos o mundo, faz o mundo que enxergamos. Em O Foco Define a Sorte, Dulce Magalhães, Ph.D. em Filosofia pela Columbia University, nos convida a ajustar o foco para enxergar melhor como seguir em meio ao fluxo incessante de mudanças que a realidade produz. Somente pensando sobre o que nos move é que poderemos definir com precisão para onde a nossa vida seguirá. No mundo atual tudo está interligado e funcionando em uma grande e harmoniosa intenção, e o tempo, grande curador de todas as feridas, sempre revela que nada está sem sentido e que nenhuma ação está desconectada da fonte: é preciso transpirar uma nova realidade para poder vivenciá-la. E, enquanto não nos posicionarmos e não fizermos escolhas, viveremos no mundo que não escolhemos, nem desejamos.

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    Alecio Miari picture
    Alecio Miari23/05/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Muda o nome

    O livro até tem conceitos interessantes que podem ser aplicados ao cotidiano, teorias que o fazem pensar em como você está levando sua vida e para onde ela está indo. Dois pontos me desapontaram um pouco: 1º O nome do livro não tem nada a ver! A autora fica dando voltas e voltas e não mantém uma linha de raciocínio, falta foco (que ironia!); 2º Ela frisa muito a questão do "viver o agora" sempre relatando que o futuro não importa (só o desgasta) e o passado não deve ser revivido - por isso acho que o nome do livro deveria ser Carpe Diem ou algo assim. Ela bate tanto nesta tecla de "viver o presente" não pensando em acumular riqueza, não deixar patrimônio para seus filhos, não trabalhar tanto, etc que me irrita! Principalmente pois cada um escolhe o que quer da vida e, se a pessoa adora trabalhar, deixa ela! No livro é feito uma alusão dizendo que é preferível fazer uma escultura de gelo (que demandam maior atenção e grande empenho no agora, mesmo sabendo que ela desmoronará cedo ou tarde) do que fazer uma escultura de bronze (que não necessita de tanto empenho no momento, porém ficará eternizada). Achei este tipo de analogia muito legal! Mas DEIXA A PESSOA ESCOLHER qual a escultura que quer fazer! Infelizmente o livro não deixa esta opção, simplesmente afirma veemente que TEMOS DE FAZER a de gelo. Que lástima...

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